{"id":1314,"date":"2011-02-21T08:00:04","date_gmt":"2011-02-21T11:00:04","guid":{"rendered":"http:\/\/pensamentoextemporaneo.wordpress.com\/?p=1314"},"modified":"2011-02-21T08:00:04","modified_gmt":"2011-02-21T11:00:04","slug":"concepcao-filosofico-cientifica-de-objeto","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/?p=1314","title":{"rendered":"Concep\u00e7\u00e3o filos\u00f3fico-cient\u00edfica de objeto"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Daniel Filipe da Silva <\/strong><strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Caso se pergunte \u00e0s pessoas o que \u00e9 objeto, v\u00e1rias ser\u00e3o as respostas, a saber: \u00e9 aquilo que tem corpo.; o que possui\u00a0 peso, volume e medida; o que \u00e9 vis\u00edvel e toc\u00e1vel ;tudo aquilo que ocupa espa\u00e7o e a sua forma e tamanho podem variar.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Tendo j\u00e1 falado acerca do modo como a maioria das pessoas concebem objeto, \u00e9 pertinente dizer que, ao longo deste artigo, apresentar-se-\u00e1 o conceito de objeto e os poss\u00edveis tipos dos mesmos, segundo a Ci\u00eancia, com base em Alfred North Whitehead, um dos maiores problematizadores da filosofia da ci\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Inicialmente, \u00e9 pertinente afirmar que, aos olhos da Ci\u00eancia, h\u00e1 objetos de v\u00e1rias esp\u00e9cies e cada uma delas tem um tipo de rela\u00e7\u00e3o que lhe \u00e9 peculiar com os eventos. Cientificamente falando, objeto \u00e9 um elemento da natureza insento de passagem, ou seja, \u00e9 aquilo que sempre \u00e9 capaz de ser de novamente e, al\u00e9m disso, faz parte do car\u00e1ter de um evento, no entanto, diga-se, aqui, de passagem, que a express\u00e3o <em>car\u00e1ter de um evento<\/em> designa os objetos, que comp\u00f5em cada evento e modo pelo qual esses objetos ingredientes se introduzem nele.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Partindo da informa\u00e7\u00e3o de que todo objeto \u00e9 um elemento que faz parte de um evento, \u00e9 bom chamar a aten\u00e7\u00e3o para o fato de que este \u00e9 concebido, pela ci\u00eancia, como sendo aquilo que \u00e9 \u00fanico, igual apenas a si, irreconhec\u00edvel e o que d\u00e1 perman\u00eancia a todo objeto, i. \u00e9, o que permite a cada corpo ser, possibilitando assim a compara\u00e7\u00e3o entre um objeto de um evento e outro.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A apreens\u00e3o de um objeto como algo insento de passagem na natureza, na ci\u00eancia, \u00e9 denominada <em>reconhecimento sens\u00edvel,<\/em> que \u00e9 um tipo de percep\u00e7\u00e3o de igualdade que implica um ato intelectual de compara\u00e7\u00e3o de coisas reconhecidas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Para a ci\u00eancia, vale dizer, mais uma vez, h\u00e1 v\u00e1rios tipos de objetos e para cada um deles existe a \u2018situa\u00e7\u00e3o\u2019 e\u00a0 a\u2018introdu\u00e7\u00e3o\u2019 que t\u00eam seus significados peculiares e especiais. A id\u00e9ia de <em>situa\u00e7\u00e3o<\/em> tem import\u00e2ncia com refer\u00eancia a tr\u00eas tipos de objetos: os dos sentidos, perceptuais e cient\u00edficos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Tais objetos formam uma hier\u00e1rquia ascendente, na qual cada membro pressup\u00f5e o tipo de objeto que vem abaixo. A base dessa hier\u00e1rquia \u00e9 composta pelos objetos de sentidos, pois eles \u201cn\u00e3o pressup\u00f5em nenhum tipo de objeto\u201d (WHITEHAD, <em>O conceito de natureza<\/em>, p.176), p. ex.: \u201cS\u00e3o exemplos de objetos dos\u00a0 sentidos\u00a0 uma classe particular de cor, digamos o azul-claro, uma classe particular de som[&#8230;] a nota e n\u00e3o a por\u00e7\u00e3o de volume preenchida pelo som por um d\u00e9cimo de segundo[&#8230;], de aroma ou de sensa\u00e7\u00e3o\u201d (<em>ib.<\/em>, p.176).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ao se refletir acerca dos objetos de sentidos, resta-se a impress\u00e3o de que eles s\u00e3o entidades pr\u00f3prias, ou seja, para existirem, n\u00e3o dependem de algo exterior a eles, por exemplo: o azul \u201c\u00e9 apresentado particularmente enquanto na rela\u00e7\u00e3o de estar situado no evento que constitui sua situa\u00e7\u00e3o\u201d (<em>ib.<\/em>, p.177). Essa id\u00e9ia expressa acima \u00e9 vista em determinadas escolas, que sofreram influ\u00eancia da l\u00f3gica e da filosofia aristot\u00e9licas e, por isso, s\u00f3 aceitam a rela\u00e7\u00e3o entre subst\u00e2ncia e atributo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u00c9 desejado deixar, bem claro, que, quanto \u00e0 express\u00e3o <em>reconhecimento sens\u00edvel<\/em> ou <em>apreens\u00e3o sens\u00edvel da natureza<\/em>, parece haver rela\u00e7\u00f5es [conex\u00f5es] m\u00faltiplas apenas entre os fatores nele apresentados e que a rela\u00e7\u00e3o de situa\u00e7\u00e3o para os objetos de sentidos \u00e9 um exemplo desses tipos de rela\u00e7\u00f5es, por\u00e9m, na verdade, toda a natureza \u00e9 solicitada, embora apenas alguns eventos exijam que seus caracteres sejam de determinadas qualidades espec\u00edficas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Logo, \u00e9 pertinente que se diga a \u2018introdu\u00e7\u00e3o de alguns dos objeto de sentidos\u2019, como o azul, nos eventos da natureza se manifesta, como sistematicamente correlacionada. Portanto, a apreens\u00e3o do observador depende da posi\u00e7\u00e3o do evento percipiente nessa correla\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Considerando-se a introdu\u00e7\u00e3o dos objetos de sentidos na natureza, especificamente, do azul, podem-se classificar os eventos em quatro tipos:<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;padding-left:30px;\">A. Percipientes: \u00e9 o estado corp\u00f3reo do observador;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;padding-left:30px;\">B. Situa\u00e7\u00f5es: \u00e9 o lugar onde se v\u00ea o azul. Al\u00e9m disso, quanto \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de objeto dos sentidos, \u00e9 bom que se diga que ela n\u00e3o deve ser apenas a situa\u00e7\u00e3o daquele objeto dos sentidos para um evento percipiente espec\u00edfico, mas de uma pluralidade de objetos dos sentidos para uma variedade de eventos percipientes e isso \u00e9 uma lei da natureza: do azul e do perfume<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;padding-left:120px;\"><em>Por exemplo, para qualquer evento percipiente individual, a situa\u00e7\u00e3o de um objeto dos sentidos para a vis\u00e3o tamb\u00e9m est\u00e1 apta a ser as situa\u00e7\u00f5es dos objetos dos sentidos para a vis\u00e3o, o tato, o olfato<strong> <\/strong>e o som. Verifica-se, ainda,\u00a0 que essa conflu\u00eancia nas situa\u00e7\u00f5es dos objetos dos sentidos levou o corpo \u2013 i. \u00e9. o evento percipiente &#8211; a uma adapta\u00e7\u00e3o tal que a percep\u00e7\u00e3o de um objeto dos sentidos,\u00a0 em uma determinada\u00a0 situa\u00e7\u00e3o, conduz \u00e0 apreens\u00e3o sens\u00edvel subconsciente de outros objetos de sentidos na mesma situa\u00e7\u00e3o. Esse interc\u00e2mbio \u00e9, particularmente, o caso que se d\u00e1 entre o tato e a vis\u00e3o<\/em> (<em>ib.<\/em>, p.182).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Portanto, em simples palavras, nota-se que uma mesma situa\u00e7\u00e3o contribui para a apreens\u00e3o sens\u00edvel de diferentes objetos dos sentidos, pois h\u00e1 uma correla\u00e7\u00e3o entre as introdu\u00e7\u00f5es dos objetos de sentidos na natureza. A palavra \u201ccorrela\u00e7\u00e3o\u201d designa \u201ctransfer\u00eancia\u201dde um objeto dos sentidos por algum outro, por exemplo: \u201cAo vermos o blus\u00e3o azul de flanela, subconscientemente imaginamo-nos vestindo-o ou tocando-o. Se formos fumantes, tamb\u00e9m poderemos atentar subconscienemente para o leve aroma do tabaco\u201d (<em>ib.<\/em>, p.182).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;padding-left:30px;\">C. Condicionantes ativos: s\u00e3o aqueles cujos caracteres s\u00e3o particularmente importantes para que a blusa (o evento\/ situa\u00e7\u00e3o) constitua a situa\u00e7\u00e3o daquele evento percipiente, possibilitando analisar as rela\u00e7\u00f5es entre as situ\u00e7\u00f5es e eventos percepientes e pensar ci\u00eancia, uma vez que:<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;padding-left:120px;\"><em>Tudo o que conhecemos\u00a0 acerca dos caracteres dos eventos da natureza basea-se na an\u00e1lise das rela\u00e7\u00f5es entre situa\u00e7\u00f5es e eventos percipientes. Se as situa\u00e7\u00f5es n\u00e3o fossem em geral condi\u00e7\u00f5es ativas, essa an\u00e1lise n\u00e3o nos revelaria coisa alguma. A natureza seria para n\u00f3s um enigma inescrut\u00e1vel e n\u00e3o poderia haver nenhuma ci\u00eancia<\/em> (<em>ib.<\/em>, p.180).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;padding-left:30px;\">D. Condicionantes passivos: s\u00e3o aqueles do resto da natureza.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ap\u00f3s ter falado sobre os objetos dos sentidos e dos poss\u00edveis tipos de eventos consider\u00e1veis a partir deles, dar-se-\u00e1 aten\u00e7\u00e3o aos objetos perceptuais e, para conceitu\u00e1-los, usar-se-\u00e1 o exemplo de um blus\u00e3o azul-claro. Ao se olhar para ele, n\u00e3o se diz: \u201ceis uma por\u00e7\u00e3o de azul-claro\u201d, mas sim: \u201ceis o blus\u00e3o\u201d, se \u00e9 um vestu\u00e1rio masculino ou n\u00e3o, \u00e9 um tipo de julgamento que n\u00e3o passa de detalhe, s\u00e3o meros atributos. O que se nota \u00e9 que ele \u00e9 um objeto que difere de um objeto de sentidos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A palavra \u201cblus\u00e3o\u201d se refere a um simples objeto que \u00e9 mais que uma por\u00e7\u00e3o de cor, sem nenhuma alus\u00e3o aos ju\u00edzos quanto \u00e0 sua ultilidade, enquanto vestu\u00e1rio, quer no passado ou no futuro. Portanto, o objeto perceptual \u00e9 o blus\u00e3o percebido, insento de qualquer de ser resultado de um julgamento, pois este \u201cse introduz quando passamos a classificar o objeto perceptual particular. Dizemos por exemplo, \u2018isso \u00e9 flanela\u2019, e pensamos nas propriedades da flanela e nos usos dos blus\u00f5es esportivos\u201d (<em>ib.<\/em>, p.183).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u00c9 pertinente afirmar tamb\u00e9m que todo julgamento pr\u00e9vio afeta o objeto perceptual percebido, devido \u00e0 focaliza\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o da raz\u00e3o. Em suma, pode-se dizer que objeto perceptual \u00e9 o produto do h\u00e1bito da experi\u00eancia e que\u00a0 tudo que esteja em conflito com esse h\u00e1bito prejudica a aprens\u00e3o sens\u00edvel do objeto.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Quanto aos objetos, em quest\u00e3o, a saber, os perceptuais, vale dizer que se subdividem em duas esp\u00e9cies. A primeira \u00e9 formada pelos objetos enganosos, que \u00e9 quando a situa\u00e7\u00e3o dos mesmos \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o passiva na introdu\u00e7\u00e3o dos objetos f\u00edsicos na natureza.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Al\u00e9m disso, o evento que \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o desses objetos ter\u00e1 a rela\u00e7\u00e3o de situa\u00e7\u00e3o com\u00a0 o objeto apenas para um evento percipiente particular, \u201cPor exemplo, um observador v\u00ea a imagem do blus\u00e3o azul em um espelho. \u00c9 um blus\u00e3o azul que ele enxerga e n\u00e3o uma simples mancha de cor\u201d (<em>ib.<\/em>, p.183).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">J\u00e1 a segunda esp\u00e9cie \u00e9 constitu\u00edda pelos objetos f\u00edsicos, que s\u00e3o percebidos pelos \u00f3rg\u00e3o de sentidos do sujeito cognoscente, quando n\u00e3o ludibriados.\u00a0 Esses objetos contam com uma for\u00e7a perceptiva mais insistente do que os objetos dos sentidos e, al\u00e9m disso, pode-se dizer que tais objetos s\u00e3o a condi\u00e7\u00e3o para a ocorr\u00eancia de objetos dos sentidos.\u00a0 p.ex:\u00a0 \u201cUm espelho, em si mesmo um objeto f\u00edsico, \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o ativa para a situa\u00e7\u00e3o de uma por\u00e7\u00e3o colorida\u201d (<em>ib.<\/em>, p.186).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">E por fim, para que se finalize esse artigo, por\u00e9m esperan\u00e7oso de que ele possa estimular nos ins\u00edgnes leitores o interesse de fazerem profundas pesquisas futuramente acerca do tema- o conceito de objeto para a ci\u00eancia, falar-se-\u00e1 acerca do fruto dos esfor\u00e7os em explicar, em termos de objetos f\u00edsicos, as m\u00faltiplas <em>fun\u00e7\u00f5es<\/em> dos eventos, enquanto condi\u00e7\u00f5es ativas na introdu\u00e7\u00e3o do objeto dos sentidos na natureza,\u00a0 que \u00e9 o surgimento do conhecimento cient\u00edfico, que, com o avan\u00e7o de sua investiga\u00e7\u00e3o, descobriu os objetos cient\u00edficos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">E esses objetos possibilitam expressar os caracteres dos objetos f\u00edsicos e dos objetos dos sentidos observados.\u00a0 S\u00e3o denominados pela ci\u00eancias entidades integrais de que se ocupa a ci\u00eancia, p. ex.: o eletr\u00f3n \u00e9 \u201ca totalidade de seu campo de for\u00e7a [&#8230;] e a sua introdu\u00e7\u00e3o na natureza modifica, em certa medida, o car\u00e1ter de evento particular\u201d (<em>ib.<\/em>, p.187).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em simples palavra, o \u00e9letron \u00e9 as suas cargas, estas, por sua vez, atuam \u00e0 dist\u00e2ncia. Essa a\u00e7\u00e3o consiste na modifica\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o de outro \u00e9letron atrav\u00e9s de todo tempo e\u00a0 de todo espa\u00e7o. Aqui, o termo situa\u00e7\u00e3o designa uma rela\u00e7\u00e3o entre objeto e eventos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">WHITEHAD, Alfred North. <em>O conceito de natureza<\/em>. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 1994.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Daniel Filipe da Silva &nbsp; Caso se pergunte \u00e0s pessoas o que \u00e9 objeto, v\u00e1rias ser\u00e3o as respostas, a saber: \u00e9 aquilo que tem corpo.; o que possui\u00a0 peso, volume e medida; o que \u00e9 vis\u00edvel e toc\u00e1vel ;tudo aquilo que ocupa espa\u00e7o e a sua forma e tamanho podem variar. 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