{"id":1046,"date":"2010-09-28T08:05:03","date_gmt":"2010-09-28T11:05:03","guid":{"rendered":"http:\/\/pensamentoextemporaneo.wordpress.com\/?p=1046"},"modified":"2010-09-28T08:05:03","modified_gmt":"2010-09-28T11:05:03","slug":"o-fim-da-filosofia-plenitude-e-fragmentacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/?p=1046","title":{"rendered":"O fim da Filosofia: plenitude\u00a0e\u00a0fragmenta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Jackson de Sousa Braga<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Rodrigo Marcos Ferreira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\n<p style=\"text-align:justify;\">\n<p style=\"text-align:justify;\">Este trabalho tem a inten\u00e7\u00e3o de provocar a discuss\u00e3o sobre a \u00e0 quest\u00e3o do dito \u201cfim da filosofia\u201d e pretende expor de modo sucinto em que consiste tal fim.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Devemos inicialmente destacar que a palavra fim pode ser entendida de v\u00e1rios modos, por\u00e9m nos atemos a v\u00ea-la em dois sentidos: primeiro como <em>t\u00e9los:<\/em> cumprimento ou perfei\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn1\"><sup><\/sup><sup>[1]<\/sup><\/a>; e o segundo como <em>fines: <\/em>limite, marco, fim de uma coisa<a href=\"#_ftn2\"><sup><\/sup><sup>[2]<\/sup><\/a>. Assim, este trabalho pretende expor como a Filosofia chega a sua plenitude (<em>t\u00e9los)<\/em> e tamb\u00e9m como ela chegou ao seu t\u00e9rmino (<em>finis)<\/em>, quando se fragmentou em filosofias, ao sendo mais uma unificadora.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>1. O fim da Filosofia como plenitude<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O fim da Filosofia como plenitude acontece em Hegel, pois ela parece estar totalmente conclu\u00edda no pensamento deste. Para melhor explicarmos este fim da Filosofia devemos apontar como a Filosofia nasce e qual o seu intuito, para depois podermos expor como ela chega a sua plenitude.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong><em>O nascimento da Filosofia e seu objetivo<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A Filosofia nasce em um contexto grego, no qual predominava a viv\u00eancia do mito, a qual toma as experi\u00eancias vividas pelo ser humano e a aplica a sua exist\u00eancia, atrav\u00e9s de senten\u00e7as e or\u00e1culos: \u201c&#8230;tenta unificar as formas da vida imediata atrav\u00e9s da sabedoria gn\u00f4mica, das senten\u00e7as ou or\u00e1culos que procuravam exprimir as certezas elementares e os valores b\u00e1sicos da exist\u00eancia do homem grego no contexto pol\u00edtico social das <em>polis<\/em> em forma\u00e7\u00e3o\u201d<a href=\"#_ftn3\"><sup><\/sup><sup>[3]<\/sup><\/a>. Mas, o pensamento da \u00e9poca via que os mitos n\u00e3o eram mais capazes de explicar a realidade, eles n\u00e3o eram capazes de reconstruir as coer\u00eancias das express\u00f5es simb\u00f3licas da exist\u00eancia num plano superior ao da vida imediata: \u201cA vida n\u00e3o seria capaz de justificar-se a si mesma de maneira imediata\u201d<a href=\"#_ftn4\"><sup><\/sup><sup>[4]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Disto nasce a Filosofia que procurava explicar de forma racional a vida, ainda conservando a forma de universalidade efetiva capaz de autojustificar-se pela pr\u00f3pria <em>l\u00f3gos<\/em>:<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;padding-left:90px;\">o termo <em>phil\u00f3sophos<\/em> designa a forma de saber regida pela <em>theor\u00eda<\/em>, pela contempla\u00e7\u00e3o desinteressada da verdade. O aparecimento dessa forma de saber s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel quando se faz sentir a exig\u00eancia de uma nova unidade ideal, capaz de reconstruir a coer\u00eancia das express\u00f5es simb\u00f3licas da exist\u00eancia num plano superior ao da vida imediata <a href=\"#_ftn5\"><sup><\/sup><sup>[5]<\/sup><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A Filosofia surge, porque a for\u00e7a unificadora da vida se perdeu ou est\u00e1 amea\u00e7ada. Ela\u00a0 tem o intuito de usar a raz\u00e3o para unificar, pois o caos original j\u00e1 amea\u00e7a o pensamento vigente.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A Filosofia ter\u00e1 por inten\u00e7\u00e3o uma radical universalidade que se expressa na muta\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica pela qual a l\u00edngua grega tornou-se a l\u00edngua filos\u00f3fica e elevou os voc\u00e1bulos tradicionais a uma prodigiosa altura de abstra\u00e7\u00e3o. Ela formula, ent\u00e3o, duas quest\u00f5es primordiais que ir\u00e3o reger o seu pensamento: \u201cO que \u00e9 o ser?\u201d e \u201cO que \u00e9 pensar?\u201d. A partir de agora as quest\u00f5es do ser e do pensar tentam reunir novamente os fios que permanecem suspensos desde quando se rompeu a unidade do universo simb\u00f3lico que tinha apoio no mito.<a href=\"#_ftn6\"><sup><\/sup><sup>[6]<\/sup><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Portanto, a filosofia surge desejando explicar de forma racional e universal a vida, pois os mitos j\u00e1 n\u00e3o eram capazes. Seu objetivo \u00e9 justificar-se pela raz\u00e3o que se expressa na linguagem, tendo duas quest\u00f5es como primordiais: o Ser e o Pensar.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong><em>O sistema hegeliano e a plenitude da Filosofia<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">N\u00e3o temos o intuito de esclarecer exaustivamente o sistema hegeliano, mas pretendemos expor com base no pensamento de Habermas como se pode compreender o fim da Filosofia em Hegel.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Para Habermas, Hegel coloca o \u201cser\u201d na hist\u00f3ria, no contexto: \u201cHegel p\u00f4s o eterno em contato com o transitivo, o intemporal com o atual e deste modo transforma radicalmente o car\u00e1ter da Filosofia\u201d <a href=\"#_ftn7\"><sup><\/sup><sup>[7]<\/sup><\/a>. Para Habermas, a Filosofia de Hegel tem consci\u00eancia de sua temporalidade, pois Hegel sabia que seu pensamento era de uma determinada \u00e9poca, diferente das filosofias anteriores que n\u00e3o tinham esta consci\u00eancia<a href=\"#_ftn8\"><sup><\/sup><sup>[8]<\/sup><\/a>: \u201cno que diz respeito ao individuo, cada um \u00e9 filho de seu tempo; do mesmo modo tamb\u00e9m, a filosofia resume seu tempo no pensamento.\u201d <a href=\"#_ftn9\"><sup><\/sup><sup>[9]<\/sup><\/a>. Fazendo, ent\u00e3o, como que a filosofia hegeliana n\u00e3o tivesse seu pensamento colocado somente no abstrato, mas que ele pudesse se voltar para o real, o vivencial<a href=\"#_ftn10\"><sup><\/sup><sup>[10]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Habermas, partindo disso mostra que a Filosofia de Hegel \u00e9 a \u00faltima das filosofias que pretendiam abarcar todo o ser e o pensar, pois nela se consegue trazer o que era abstrato para o concreto, o vivencial, o hist\u00f3rico<a href=\"#_ftn11\"><sup><\/sup><sup>[11]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Neste sentido, observamos que a filosofia, a qual no in\u00edcio pretendia explicar racional e universalmente a vida, chega ao seu auge, porque Hegel consegue trazer o que se considerava ideal para a viv\u00eancia concreta, ou seja, o ser e o pensar se articulam na hist\u00f3ria concreta e tem seu devido momento hist\u00f3rico primordial: \u201cA filosofia \u00e9 o fundamento do racional, \u00e9 a intelig\u00eancia do presente e do real e n\u00e3o a constru\u00e7\u00e3o de um al\u00e9m que n\u00e3o se sabe onde se encontraria [&#8230;] \u00e9 tarefa da filosofia conceber o que \u00e9, pois o que \u00e9, \u00e9 a raz\u00e3o\u201d <a href=\"#_ftn12\"><sup><\/sup><sup>[12]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>2. A fragmenta\u00e7\u00e3o da Filosofia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Sabe-se que no in\u00edcio da civiliza\u00e7\u00e3o ocidental, a capacidade do homem para dar ao mundo significados e transform\u00e1-lo era completamente muito reduzida, logo o instrumento que estava dispon\u00edvel ao homem para se defender e salvar do devir do mundo n\u00e3o pode consistir sen\u00e3o num modo de buscar interpretar o mundo e a pr\u00f3pria vida.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Na busca de ultrapassar a interpreta\u00e7\u00e3o m\u00edtica, a interpreta\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica do mundo torna-se o esfor\u00e7o mais elevado para se defender o terror da vida mediante uma atitude cognitiva, uma configura\u00e7\u00e3o do pensamento<a href=\"#_ftn13\"><sup><\/sup><sup>[13]<\/sup><\/a>. Com o decorrer da hist\u00f3ria da filosofia, com a ci\u00eancia e a t\u00e9cnica modernas, as capacidades do homem para transformar o mundo de acordo com os projetos que ele rapidamente lhe determina, crescem de um modo magn\u00edfico e sem nenhuma possibilidade de confronto o que passou.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A ci\u00eancia e a t\u00e9cnica em todo esse processo mostram-se capazes de regular e conduzir o percurso do mundo em formas e modos que est\u00e3o perante os olhos de todos. Os grupos sociais que se sentem protagonistas e n\u00e3o espectadores passivos da hist\u00f3ria n\u00e3o v\u00eaem na filosofia a capacidade de resolver os problemas espec\u00edficos que, de vez em quando, se desenham sob o fundo do terror da vida.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O sentido grego, inaudito do devir evocado pela filosofia desenvolveu-se at\u00e9 orientar o pr\u00f3prio comportamento das massas: atualmente, at\u00e9 um ignorante sabe que as coisas que o rodeiam v\u00eaem do nada e a ele voltam. Avan\u00e7ando nossa reflex\u00e3o, perguntamos: Como falar em filosofia nos dias atuais? Poder-se-ia dizer que n\u00e3o existe \u201ca filosofia\u201d, mas muitas filosofias, ou seja, muitos modos e raz\u00f5es para se dizer fil\u00f3sofo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Tamb\u00e9m porque se fala mais apropriadamente e freq\u00fcentemente de filosofias aplicadas (da pol\u00edtica, da ci\u00eancia, da religi\u00e3o) e n\u00e3o tanto da filosofia como saber, reflex\u00e3o e instrumento do pensar. Um outro momento\u00a0 de desfacelamento da filosofia \u00e9 porque se suspeita que ela como tal n\u00e3o exista, ou seja, um res\u00edduo in\u00fatil herdado da cultura ocidental, que se torna incapaz de dialogar com as outras formas de saber e de propor respostas para os problemas da atualidade<a href=\"#_ftn14\"><sup><\/sup><sup>[14]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Sendo assim, o pensamento contempor\u00e2neo torna-se multiforme, tornando maior a dificuldade de adotar uma perspectiva no pr\u00f3prio pensamento, neste caso o pensamento filos\u00f3fico. Franca D\u2019Agostini (apud: Paiva- 1997) busca argumentar sobre as tend\u00eancias filos\u00f3ficas do s\u00e9culo XX. A primeira \u00e9 a hermen\u00eautica \u2013 essa \u00e9 um ponto de chegada de um longo processo que compreende o historicismo, o existencialismo e a fenomenologia. Depois, a filosofia anal\u00edtica que compreende a heran\u00e7a do neopositivismo, pragmatismo; a teoria critica que engloba o conjunto do pensamento da Escola de Frankfurt; o p\u00f3s-estruturalismo que \u00e9 a configura\u00e7\u00e3o global que inclui a filosofia de Nietzsche e do estruturalismo e o p\u00f3s- modernismo. Por fim a epistemologia p\u00f3s-positivista que toma como posi\u00e7\u00e3o: se a filosofia n\u00e3o aplicada \u00e9 uma metafilosofia, \u00e9-lhe essencial a \u201caplica\u00e7\u00e3o\u201d ao problema da ci\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Com efeito, no s\u00e9culo XX, o homem viveu a possibilidade do fim nos mais variados setores &#8211; o fim da filosofia, o fim da metaf\u00edsica, o fim da hist\u00f3ria. Para se fazer uma abordagem do pensamento contempor\u00e2neo nesta perspectiva do fim, \u00e9 preciso entender o que seria essa cultura do fim. Na filosofia a id\u00e9ia de fim se coloca para alem de seus pr\u00f3prios limites, nos confrontos da filosofia com a ci\u00eancia, no niilismo contempor\u00e2neo. <a href=\"#_ftn15\"><sup><\/sup><sup>[15]<\/sup><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u00c9 preciso, portanto, buscar analisar a situa\u00e7\u00e3o proposta e buscar construir uma reflex\u00e3o sobre a pr\u00f3pria identidade da filosofia diante da pluralidade na atualidade. Filosofar segundo Paiva \u00e9 dar raz\u00e3o da nossa cultura, mediante o empenho \u00e9tico.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>3. Considera\u00e7\u00f5es finais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A filosofia, portanto, chegou a seu fim em dois aspectos diferentes, a saber: plenitude e fragmenta\u00e7\u00e3o. O pensamento filos\u00f3fico chega \u00e0 sua plenitude, pois consegue abarcar toda a realidade vivencial, ou seja, a quest\u00e3o do ser e do pensar esclarecendo-se em um sistema: \u201cCom Hegel, a Filosofia aparecia totalmente conclu\u00edda, pois o fil\u00f3sofo tinha acolhido e integrado a raz\u00e3o do sistema e as raz\u00f5es do movimento tinha conciliado o ser e o n\u00e3o-ser na concretude filos\u00f3fica do conceito.\u201d<a href=\"#_ftn16\"><sup><\/sup><sup>[16]<\/sup><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">E tamb\u00e9m a Filosofia chega ao seu cume, pelo fato de na contemporaneidade ocorrer um esgotamento de seu pr\u00f3prio processo de reflex\u00e3o, ou seja, sua fragmenta\u00e7\u00e3o. Onde se encontra a filosofia dos primeiros tempos? Fragmentada na ci\u00eancia e na t\u00e9cnica e n\u00e3o mais na busca de seu saber puro.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Fica, portanto, a quest\u00e3o: como filosofar hoje?<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">ABBAGNANO. Nicola. <em>Dicion\u00e1rio de Filosofia<\/em>. 2.ed. S\u00e3o Paulo: Mestre Jou, 1982.<strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">HABERMAS, J\u00fcrgen. <em>O discurso filos\u00f3fico da modernidade.<\/em> Lisboa: Dom Quixote Ltda., 1990.<strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">PAIVA. M\u00e1rcio Ant\u00f4nio. O fim da filosofia: uma imagem da filosofia contempor\u00e2nea. <em>Horizonte, Belo Horizonte<\/em>, v. 2, n. 4, 2004, p. 33-48.<em> <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">RUSS. Jaqueline. <em>Dicion\u00e1rio de Filosofia.<\/em> S\u00e3o Paulo: Scipione, 2003<strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">SEVERINO. Emanuele. <em>A filosofia contempor\u00e2nea<\/em>. Lisboa: Edi\u00e7\u00f5es 70, 1986.<strong> <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">VAZ, H. C. de Lima. <em>O problema da Filosofia no Brasil.<\/em> <em>S\u00edntese<\/em>. 1984.<\/p>\n<hr size=\"1\" \/>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref1\">[1]<\/a> ABBAGNANO. Nicola. Dicion\u00e1rio de Filosofia. 2.ed. S\u00e3o Paulo: Mestre Jou, 1982. p. 435.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a> RUSS. Jaqueline. <em>Dicion\u00e1rio de Filosofia.<\/em> S\u00e3o Paulo: Scipione, 2003. p. 115. (citado a partir de agora como RUSS, 2003, p.)<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref3\">[3]<\/a> VAZ, H. C. de Lima. <em>O problema da Filosofia no Brasil.<\/em> In: Revista S\u00edntese. Rio de Janeiro: Gr\u00e1fica Cervantes Editora Ltda, 1984. v. 30. p. 13 (citado a partir de agora como VAZ, 1984, p.)<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref4\">[4]<\/a> idem<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref5\">[5]<\/a> idem<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref6\">[6]<\/a> VAZ, 1984, p. 14.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref7\">[7]<\/a> HABERMAS, J\u00fcrgen. <em>O discurso filos\u00f3fico da modernidade.<\/em> Lisboa: Dom Quixote Ltda., 1990. p. 57. (citado a partir de agora como HABERMAS, 1990, p.)<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref8\">[8]<\/a> Idem<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref9\">[9]<\/a> RUSS, 2003, p. 144.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref10\">[10]<\/a> HABERMAS, 1990,\u00a0 p.57.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref11\">[11]<\/a> HABERMAS, 1990, p. 58.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref12\">[12]<\/a> RUSS, 2003, p. 144.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref13\">[13]<\/a> SEVERINO. Emanuele. <em>A filosofia contempor\u00e2nea<\/em>. Lisboa: Edi\u00e7\u00f5es 70 Lta, 1986. p. 17<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref14\">[14]<\/a> PAIVA. M\u00e1rcio Ant\u00f4nio. <em>O fim da filosofia: uma imagem da filosofia contempor\u00e2nea.<\/em> In: Horizonte. Belo Horizonte: PUC Minas, 2004. p. 34. (citado a partir de agora PAIVA, 2004, p)<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref15\">[15]<\/a> Idem.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"#_ftnref16\">[16]<\/a> PAIVA, 2004. p. 35.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jackson de Sousa Braga Rodrigo Marcos Ferreira Este trabalho tem a inten\u00e7\u00e3o de provocar a discuss\u00e3o sobre a \u00e0 quest\u00e3o do dito \u201cfim da filosofia\u201d e pretende expor de modo sucinto em que consiste tal fim. 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