{"id":1533,"date":"2011-08-04T12:29:47","date_gmt":"2011-08-04T15:29:47","guid":{"rendered":"http:\/\/pensamentoextemporaneo.wordpress.com\/?p=1533"},"modified":"2011-08-04T12:29:47","modified_gmt":"2011-08-04T15:29:47","slug":"1533","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/?p=1533","title":{"rendered":"Filosofia: cria\u00e7\u00e3o de conceitos e planos de iman\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Ildeu da Cruz S\u00edlvio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\n<p style=\"text-align:justify;\">No presente artigo, partiu-se de uma hip\u00f3tese: a de que se faz necess\u00e1rio um novo filosofar. Como filosofar na contemporaneidade? \u00c9 poss\u00edvel tal filosofia? Se \u00e9 poss\u00edvel, como esta deve se constituir? Para tanto, tem-se como objetivo neste artigo a compreens\u00e3o de conceito e de plano de iman\u00eancia na obra <em>O que \u00e9 filosofia?<\/em> de Deleuze e Guattari. Eles prop\u00f5em entender o que seria fazer filosofia a partir de alguns conceitos como: conceito, plano de iman\u00eancia, personagem conceitual e problema. Mas ser\u00e3o destacados neste artigo apenas os dois primeiros, uma vez que estes s\u00e3o centrais para o fazer filos\u00f3fico deleuzoguattariana.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Deleuze e Guattari iniciam a sua obra <em>O que \u00e9 filosofia?<\/em> afirmando que \u201cn\u00e3o h\u00e1 conceitos simples. Todo conceito tem componentes e se define por eles. Tem, portanto uma cifra. \u00c9 uma multiplicidade, embora nem toda multiplicidade seja conceitual.\u201d (DELEUZE; GUATTARI, 1992, p.23) Tudo isso para afirmar que n\u00e3o existem conceitos sozinhos, pois todo conceito tem sempre um componente e este sempre nos remete a outro conceito. Da\u00ed j\u00e1 se pode concluir que, para eles, fazer filosofia \u00e9 cria\u00e7\u00e3o de conceitos. Isso n\u00e3o \u00e9 algo particular de sua filosofia, mas que est\u00e1 presente em toda a hist\u00f3ria da filosofia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Segundo Schopke (2004, p.131) eles \u201c(&#8230;) n\u00e3o deixam margem para d\u00favida: a filosofia n\u00e3o \u00e9 uma simples arte de inventar, de produzir os conceitos, ela \u00e9 uma disciplina rigorosa, que tem como fun\u00e7\u00e3o primordial a cria\u00e7\u00e3o de novos conceitos.\u201d (SCHOPKE, 2004, p. 131) Com rela\u00e7\u00e3o ao plano de iman\u00eancia, pode-se dizer que este \u00e9 o lugar em que os conceitos se distribuem sem romper-lhe a integridade, a sua continuidade. Com o se fosse um deserto em que os conceitos povoam e \u00e9 ele que d\u00e1 o suporte para os conceitos. Cabe agora se perguntar o que exatamente \u00e9 um conceito? O que significa criar conceitos? Qual a fun\u00e7\u00e3o do conceito? Qual o lugar do conceito no plano de iman\u00eancia? Qual a rela\u00e7\u00e3o entre conceito e plano de iman\u00eancia?<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Agora o que cabe \u00e9 tentar responder a esses questionamentos. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira quest\u00e3o: Este<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;padding-left:120px;\"><em>(&#8230;) \u00e9, portanto, ao mesmo tempo absoluto e relativo: relativo aos seus pr\u00f3prios componentes, aos outros conceitos, ao plano a partir do qual se delimita, aos problemas que se sup\u00f5e deva resolver, mas absoluto pela condensa\u00e7\u00e3o que opera, pelo lugar que ocupa sobre o plano, pelas condi\u00e7\u00f5es que imp\u00f5e ao problema.<\/em> (DELEUZE; GUATTARI, 1992, p.29).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Al\u00e9m do mais, os fil\u00f3sofos franceses ir\u00e3o dizer que o conceito \u00e9 tamb\u00e9m \u201cum incorporal, embora se encarne e se efetue nos corpos.\u201d (DELEUZE; GUATTARI, 1992, p.29) que o conceito sempre diz o acontecimento. Segundo Schopke o conceito \u201ccomo incorporal, o conceito tem uma esp\u00e9cie de \u201csubsist\u00eancia\u201d ou \u201cinsist\u00eancia\u201d no tempo (&#8230;) e como todo acontecimento, ele tem uma dualidade: ele aponta, ao mesmo tempo para as proposi\u00e7\u00f5es (sem as quais ele n\u00e3o seria poss\u00edvel de express\u00e3o) e para os corpos (nas suas efetua\u00e7\u00f5es espa\u00e7o-temporais).\u201d (SCHOPKE, 2004, p.140) Tudo isso para dizer que sempre o conceito vai dizer o acontecimento, \u00e9 um acontecimento, sendo assim, se n\u00e3o diz a ess\u00eancia ou a coisa, mas diz o evento, o conceito \u00e9 sempre devir.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Outra caracter\u00edstica do conceito \u00e9 o fato dele possuir uma hist\u00f3ria, apesar de ser sempre singular, ele nunca ser\u00e1 um conceito sozinho, pois sempre guardar\u00e1 em si componentes advindos de outros conceitos. O que ocorre \u00e9 justamente recortar, demarcar e delimitar um novo problema, de tal jeito que o conceito assuma novas formas, ou seja, possui agora uma nova ambi\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Diante do dito, fica percept\u00edvel que um conceito nunca ser\u00e1 sozinho devido ao fato de que um sempre remete a outro e assim at\u00e9 o infinito, pois, como j\u00e1 afirmado acima, o conceito tem um devir, al\u00e9m de ter vindo de outro conceito e este veio de outro e assim continua, ou seja, ele \u00e9 uma multiplicidade. Assim afirmam Deleuze e Guattari: \u201cNum conceito, h\u00e1, no mais das vezes, peda\u00e7os ou componentes vindos de outros conceitos, que respondiam a outros problemas e supunham outros planos.\u201d (DELEUZE; GUATTARI, 1992, p.26) N\u00e3o se pode esquecer ainda de que entre os conceitos h\u00e1 uma liga\u00e7\u00e3o apesar de permanecerem distintos, algo de indiscern\u00edvel existe entre os dois. Um dom\u00ednio A e B se tornam indiscern\u00edveis, s\u00e3o estas zonas ou inseparabilidade que d\u00e1 consist\u00eancia interna ao conceito. Portanto, um dom\u00ednio AB pertence tanto a A quanto a B, desse modo A e B se tornam indiscern\u00edveis. No entanto, eles t\u00eam um exoconsist\u00eancia com outros conceitos. ( DELEUZE; GUATTARI, 1992)<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Com rela\u00e7\u00e3o ao segundo questionamento, pode se afirmar que cria\u00e7\u00e3o de conceitos \u00e9 feita justamente a partir do levantamento de questionamentos, problemas, id\u00e9ias que um fil\u00f3sofo vai colocando. Desse modo, um fil\u00f3sofo cria um conceito para responder, e remeter a um problema e assim tentar responder a eles, como afirma Schopke (2004, p.133): \u201cos conceitos apontam sempre para outros conceitos.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Segundo Leite,<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;padding-left:120px;\"><em>Sem d\u00favida, formular conceitos sem problemas a serem resolvidos \u00e9 uma tarefa in\u00fatil, desagrad\u00e1vel, visto que se ganha em trivialidade ao criar pelo simples fato de criar sem nada a resolver. Os conceitos devem ser colocados de modo coerente, ou seja, remetendo-se a problemas, pois estes s\u00e3o o sentido da inven\u00e7\u00e3o conceitual; assim, deve-se criar conceitos para solucionar problemas que se considera mal vistos ou mal colocados pela filosofia.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><em><\/em>Al\u00e9m do mais, criar conceitos \u00e9 justamente colocar um pensamento, uma problem\u00e1tica dentro de um plano de iman\u00eancia sem buscar uma refer\u00eancia fora deste, apesar de terem liga\u00e7\u00e3o com outro conceito. Como j\u00e1 se sabe, dentro da filosofia de Deleuze e Guattari um plano sempre responde a um conceito e vice e versa.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Sendo assim, a cria\u00e7\u00e3o de conceitos \u00e9 um ato da filosofia segundo Deleuze e Guattari, mas para tanto \u00e9 necess\u00e1rio que se instaurem planos de iman\u00eancia para que os conceitos sejam criados. Por\u00e9m, um n\u00e3o deve ser confundido com o outro, pois \u201cos conceitos e o plano s\u00e3o estritamente correlativos, mas nem por isso devem ser confundidos. Por conseguinte, o plano de iman\u00eancia n\u00e3o \u00e9 um conceito, nem o conceito de todos os conceitos.\u201d (DELEUZE; GUATTARI, 1992, p.45)<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Esta \u00e9 uma das caracter\u00edsticas do fazer filos\u00f3fico de Deleuze e Guattari que necessariamente precisa ser destacado, a saber: o construtivismo e este segundo os autores em quest\u00e3o afirmam que ele \u201c(&#8230;) tem dois aspectos complementares, que diferem em natureza: criar conceitos e tra\u00e7ar plano. Os conceitos s\u00e3o como as vagas m\u00faltiplas que se erguem e que se abaixam, mas o plano de iman\u00eancia \u00e9 a vaga \u00fanica que os enrola e desenrola.\u201d (DELEUZE; GUATTARI, 1992, p.45). Diante disso, Pelloso diz: \u201c(&#8230;) o fil\u00f3sofo precisa se tornar um construtor-criador.\u201d (A iman\u00eancia como lugar de ensino da filosofia). Este fil\u00f3sofo pode ou n\u00e3o criar um pensamento que subverta toda uma antiga ordem, entretanto cria conceitos e em seu plano de iman\u00eancia este conceito criado existe independentemente do mundo fora dele. (C.f SCHOPKE, 2004, p.137<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Assim pode-se passar para a outra quest\u00e3o que \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o do conceito. Pode-se dizer que este tem como pretens\u00e3o permear o plano de iman\u00eancia. Com rela\u00e7\u00e3o ao \u00faltimo questionamento o que se pode afirmar \u00e9 que o conceito tem por finalidade preencher todo o plano, uma vez que para cada plano de iman\u00eancia existe um conceito. Por conseguinte, ele tem por fun\u00e7\u00e3o responder ao problema ali colocado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Poderia se perguntar, Para que assim se entenda melhor a rela\u00e7\u00e3o intensa que existe entre o plano de iman\u00eancia e o seu conceito. O que significa um \u201cplano de iman\u00eancia\u201d na filosofia deleuzoguattariana? O plano de iman\u00eancia \u00e9 fundamental para a cria\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica, portanto ele \u00e9 o solo e ao mesmo tempo horizonte da produ\u00e7\u00e3o de conceitos. Segundo Regina \u201c(&#8230;) um conceito n\u00e3o pode ser completamente entendido fora do plano que lhe d\u00e1 consist\u00eancia e vida pr\u00f3pria, apesar de que se deve ter cuidado para n\u00e3o confundi-lo com o pr\u00f3prio plano. O conceito n\u00e3o existe fora dele, embora n\u00e3o possa ser distinto dele. O conceito \u00e9 como um raio que corta o c\u00e9u cinzento; o raio n\u00e3o \u00e9 o c\u00e9u, mas tamb\u00e9m n\u00e3o existe fora desse mesmo c\u00e9u. Na verdade um n\u00e3o pode ser visto sem o outro, ainda que sejam distintos um do outro.\u201d (SCHOPKE, 2004, p.139). Portanto, n\u00e3o se pode confundir os dois, pois s\u00f3 h\u00e1 conceito no plano e s\u00f3 h\u00e1 plano povoado por conceito. \u201cOs conceitos s\u00e3o acontecimentos, mas o plano \u00e9 o horizonte dos acontecimentos, o reservat\u00f3rio ou a reserva de acontecimentos puramente conceituais.\u201d\u00a0 (DELEUZE; GUATTARI, 1992,p.46)<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ainda a respeito do plano de iman\u00eancia pode-se dizer que ele \u00e9 tamb\u00e9m um \u201cUno-Todo\u201d, ou seja, \u00e9 ele que compreende todos os conceitos, por isso, se pode dizer que se a filosofia tem seu in\u00edcio com a cria\u00e7\u00e3o de conceitos, o plano de iman\u00eancia deve consequentemente ser considerado como pr\u00e9-filos\u00f3fico pelo fato de que para existir um conceito ele tem que ter como pressuposto um plano de iman\u00eancia, nenhum conceito pode ser criado ao l\u00e9u. Como afirma Deleuze: plan\u00f4meno \u00e9 como se fosse uma mesa, \u201c(&#8230;) n\u00e3o \u00e9 um conceito, nem o conceito de todos os conceitos (&#8230;)\u201d (DELEUZE; GUATTARI, 1992, p.45), \u00e9 o lugar onde os conceitos s\u00e3o constitu\u00eddos. Al\u00e9m do mais, esse pr\u00e9-filos\u00f3fico pode ser entendido como anterior a filosofia, no entanto, ele \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para que a filosofia exista. Por conseguinte, pode se afirmar que conceito e plano nascem juntos. Assim, filosofia \u00e9 cria\u00e7\u00e3o de conceitos e instaura\u00e7\u00e3o de planos. Diziam Deleuze e Guattari: \u201cO conceito \u00e9 o come\u00e7o da filosofia, mas o plano \u00e9 a sua instaura\u00e7\u00e3o. (&#8230;) \u00e9 o plano de iman\u00eancia que constitui o solo absoluto da filosofia (&#8230;) sobre os quais ela cria seus conceitos. Ambos s\u00e3o necess\u00e1rios, criar conceito e instaurar o plano, como duas asas ou duas nadadeiras.\u201d (DELEUZE; GUATTARI, 1992, p.52)<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Diante do dito acima, fica mais f\u00e1cil perceber a grande proposta dos fil\u00f3sofos franceses. Um fil\u00f3sofo sempre ir\u00e1 criar conceito ou conceitos, mas para tanto \u00e9 necess\u00e1rio o plano de iman\u00eancia. Este \u00e9 o fazer filos\u00f3fico deleuzoguattariano, a proposta de uma nova filosofia, para ser mais preciso uma geo-filosofia que seja localizada, que ir\u00e1 responder a um problema de um determinado lugar, ou at\u00e9 mesmo problemas que outros fil\u00f3sofos colocaram. N\u00e3o h\u00e1 como usar conceitos diferentes em lugares diferentes. Eis a originalidade da atividade filos\u00f3fica de Deleuze e Guattari, a cria\u00e7\u00e3o conceitual.\u00a0 Portanto, quem se proponha a fazer filosofia deve ter como pressuposto criar conceitos e tra\u00e7ar planos de iman\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Mas mesmo diante desta conclus\u00e3o, como ficar\u00e1 a filosofia a partir de agora se cada fil\u00f3sofo cria o seu conceito dentro de seu pr\u00f3prio plano de iman\u00eancia? A filosofia se tornar\u00e1 relativista? Se com a filosofia de Deleuze n\u00e3o se pode falar de uma \u201cverdade\u201d que seja universal, como ficar\u00e1 tal conceito? Como os fil\u00f3sofos far\u00e3o para discutir se cada um est\u00e1 em um plano de iman\u00eancia diferente? Haver\u00e1 uma sustentabilidade para a filosofia doravante?<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\n<p style=\"text-align:justify;\">\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">DELEUZE, Gilles; GUATTARI, F\u00e9lix. <em>O que \u00e9 a filosofia?.<\/em> Tradu\u00e7\u00e3o Bento Prado Jr. e Alberto Alonso Mu\u00f1oz. S\u00e3o Paulo: Editora 34, 1992.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">GELAMO, Pelloso Rodrigo. A iman\u00eancia como \u201clugar\u201d de ensino da filosofia. <em>Educa\u00e7\u00e3o e pesquisa<\/em>, S\u00e3o Paulo, v. 34, n. 1, p.127-137. Dispon\u00edvel em: &lt;www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&gt;. Acesso em: 27 maio 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">LEITE, Fernandes B. Costa Alexandre. Auto-refer\u00eancia do conceito e solil\u00f3quio da filosofia. <em>Consci\u00eancia<\/em>. Dispon\u00edvel em: &lt;www.consciencia.org\/deleuzeowl.shtml &gt;. Acesso em: 27 maio 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">SCHOPKE, Regina<em>. Por uma filosofia da diferen\u00e7a<\/em>: Gilles Deleuze, o pensamento n\u00f4made. S\u00e3o Paulo: Edusp, 2004.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ildeu da Cruz S\u00edlvio No presente artigo, partiu-se de uma hip\u00f3tese: a de que se faz necess\u00e1rio um novo filosofar. Como filosofar na contemporaneidade? \u00c9 poss\u00edvel tal filosofia? Se \u00e9 poss\u00edvel, como esta deve se constituir? Para tanto, tem-se como objetivo neste artigo a compreens\u00e3o de conceito e de plano de iman\u00eancia na obra O &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"footnotes":""},"categories":[20,63],"tags":[220,306,430],"class_list":{"0":"entry","1":"post","2":"publish","3":"author-admin","4":"post-1533","6":"format-standard","7":"category-deleuze","8":"category-ildeu-da-cruz-silvio","9":"post_tag-conceito","10":"post_tag-filosofia","11":"post_tag-plano-de-imanencia"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1533","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1533"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1533\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1533"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1533"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1533"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}