{"id":1994,"date":"2011-11-24T15:24:24","date_gmt":"2011-11-24T18:24:24","guid":{"rendered":"http:\/\/pensamentoextemporaneo.wordpress.com\/?p=1994"},"modified":"2011-11-24T15:24:24","modified_gmt":"2011-11-24T18:24:24","slug":"a-morte-em-heidegger-horizonte-de-possibilidades-para-uma-vida-autentica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/?p=1994","title":{"rendered":"A morte em Heidegger: horizonte de possibilidades para uma vida aut\u00eantica"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Douglas Lopes Amaral <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Diante da facticidade e efemeridade da vida na qual o ser humano se v\u00ea mergulhado, v\u00e1rias quest\u00f5es existencias se apresentam ao esp\u00edrito humano, como a busca pela origem, pelo sentido da vida. Tais quest\u00f5es tocam o mais profundo do existir humano e sempre permanecem indecifr\u00e1veis, enigm\u00e1ticas e misteriosas ante a nossa capacidade limitada de conhecer a raz\u00e3o de todas as coisas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em nosso texto versaremos a respeito de uma das quest\u00f5es existenciais que mais desperta a curiosidade e desencadeia uma s\u00e9rie de sentimentos, os mais variados, em todos aqueles que t\u00eam consci\u00eancia de sua pr\u00f3pria exist\u00eancia, a saber, o tema da morte. Para tanto nos valeremos do pensamento heideggeriano, e partiremos de sua anal\u00edtica existencial dos modos de ser do Dasein que, no modo de ser-para-a-morte, nos apresentar\u00e1 a morte como horizonte de possibilidades para uma vida aut\u00eantica.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O modo de ser do Dasein \u00e9 ser enquanto existente, pois sua ess\u00eancia \u00e9 a exist\u00eancia, e exist\u00eancia \u00e9 poder ser no sentido de projetar-se, de superar-se, de transcender. O Dasein existe enquanto \u00e9 ser-no-mundo. \u201cEstar no mundo significa fazer do mundo o projeto das a\u00e7\u00f5es e dos poss\u00edveis comportamentos do Dasein\u201d (VALE, 2008, p. 14). Entretanto, o Dasein n\u00e3o se restringe s\u00f3 a este modo de ser, seu ser n\u00e3o pode ser determinado apenas por esta estrutura. Isso significa que existem outras.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ao mesmo tempo em que o Dasein \u00e9 ser-no-mundo, ele \u00e9 tamb\u00e9m ser-com os outros. \u201cHeidegger observa que quando lan\u00e7ado no mundo, o Dasein mant\u00e9m uma intera\u00e7\u00e3o, uma rela\u00e7\u00e3o, consigo mesmo, com os outros entes e com o mundo\u201d (VALE, 2008, p. 16). Mesmo quando n\u00e3o deseja, ele, ainda assim, mant\u00e9m-se em rela\u00e7\u00e3o com o outro, pois compartilha o mundo com ele. A a\u00e7\u00e3o do outro sempre reflete sobre os demais Daseins.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Sendo no mundo e com os outros, o Dasein \u00e9 tamb\u00e9m ser-em um mesmo mundo com os outros. Este modo de ser \u201c(&#8230;) \u00e9, pois, a express\u00e3o existencial do Dasein na medida em que este possui, por constitui\u00e7\u00e3o essencial, o ser-no-mundo, sendo assim (&#8230;) ser-em faz parte da ess\u00eancia do Dasein\u201d (VALE, 2008, p. 18).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Pudemos perceber acima que o Dasein possui uma multiplicidade de estruturas de ser. Todavia, estas estruturas unidas formam sua unidade estrutural. Para compreendermos como esta unidade se d\u00e1, precisamos entrever o modo pelo qual o pr\u00f3prio Dasein se mostra para si de forma unit\u00e1ria, simplificada, de forma que seguindo este mostrar-se, elabore seu sentido existencial. E essa experi\u00eancia \u00e9 realizada atrav\u00e9s do sentimento da ang\u00fastia que se torna fundamental (DUBOIS, 2005, p. 41).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Primeiramente, \u00e9 preciso deixar claro que a ang\u00fastia n\u00e3o se confunde com o medo. \u201cO temor \u00e9 de alguma coisa, a ang\u00fastia, ao contr\u00e1rio, \u00e9 angustia de nada, diante de nada. \u00c9 necess\u00e1rio interpretar esse nada, esse nada n\u00e3o \u00e9 nada. Nenhum ente intra-mundano, pois a ang\u00fastia \u00e9 precisamente a experi\u00eancia do ser-no-mundo enquanto tal (&#8230;)\u201d (DUBOIS, 2004, p. 41), ou seja, a experi\u00eancia do pr\u00f3prio dasein. Portanto o medo diz respeito diretamente aos entes intramundanos, ao passo que a ang\u00fastia, pelo contr\u00e1rio, n\u00e3o se refere a nenhum ente intramundano (VALE, 2008, p. 23).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Segundo Vale (2008), a ang\u00fastia \u00e9 um fen\u00f4meno privilegiado pelo fato de conduzir o Dasein do impessoal para a possibilidade de ser ele mesmo. \u201cA ang\u00fastia manifesta no Dasein <em>o ser para<\/em> o poder ser mais pr\u00f3prio, isto \u00e9, o <em>ser-livre<\/em> <em>para<\/em> a liberdade do se-escolher-e-se-apropriar-de-si-mesmo\u201d (HEIDEGGER citado por DUBOIS). Nesse sentido, a ang\u00fastia faz do Dasein um ser de possibilidades; a partir dela ele se v\u00ea livre para escolher-se. Enquanto ser-no-mundo o Dasein \u00e9 \u201c(&#8230;) aquele que constr\u00f3i, \u00e9 aquele que se projeta, \u00e9 poder-ser, \u00e9 deixar-ser; \u00e9 liberdade enquanto possibilidade\u201d (VALE, 2008, p. 25). \u201cPara Heidegger \u00e9 indiscut\u00edvel que o dasein aut\u00eantico necessita estar angustiado\u201d (MALLMANN, 2008, p. 62).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ainda como estrutura fundamental da exist\u00eancia, figura o cuidado. \u201cO cuidado (&#8230;) \u00e9 o ser do Dasein e funciona a este t\u00edtulo como <em>puro a priori<\/em>. Ele \u00e9, assim, a condi\u00e7\u00e3o de possibilidade, a abertura necess\u00e1ria, o espa\u00e7o de jogo para fen\u00f4menos como o querer, o desejar, a propens\u00e3o, a inclina\u00e7\u00e3o\u201d (DUBOIS, 2005 p. 43).\u00a0\u00a0 As estruturas dos modos de ser do Dasein encontram seu ponto de unidade no cuidado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u201cPara Heidegger, o fen\u00f4meno mais origin\u00e1rio, que sustenta ontologicamente a unidade e a totalidade da multiplicidade estrutural do cuidado \u00e9 a temporalidade\u201d (VALE, 2008, p. 35).<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">A Sorge (cuidado) \u00e9 presente, passado e futuro. No presente sempre j\u00e1 est\u00e1 impl\u00edcita a id\u00e9ia da faticidade \u00e0 qual se liga a id\u00e9ia da hermen\u00eautica. A id\u00e9ia de futuro aqui em quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 aquela na qual morremos e que tudo termina, mas a id\u00e9ia de futuro que nos move agora no presente. Por isso, o Dasein \u00e9 o ser-para-a-morte. Somos futuro, passado e presente num \u00fanico movimento. Somos sempre um adiante de n\u00f3s, j\u00e1 no mundo, junto das coisas. O passado \u00e9 uma possibilidade que j\u00e1 foi e o futuro, o ser-para-a-morte, \u00e9 a \u00faltima possibilidade ou a impossibilidade de qualquer nova possibilidade (MALLMANN, 2009, p. 66).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">O Dasein que se abre ao futuro, que tem por sua vez a caracter\u00edstica da finitude, abre-se a quest\u00e3o da morte, pois \u00e9 tendo em vista o futuro, ou seja, o por vir, que o Dasein poder\u00e1 antecipar-se em busca da totalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Por\u00e9m, enquanto ser-no-mundo, ou seja, enquanto ente, o Dasein nunca poder\u00e1 alcan\u00e7ar o seu fim no sentido de totalidade. \u201cEnquanto a pre-sen\u00e7a \u00e9 um ente, ela jamais alcan\u00e7ou sua \u2018totalidade\u2019. Caso chegue a conquist\u00e1-la, o ganho se converter\u00e1 pura e simplesmente em perda do ser-no-mundo\u201d (HEIDEGGER, 2005, p. 16), o que significa que o Dasein deixar\u00e1 de ser Dasein pelo fato de perder o Da de sua constitui\u00e7\u00e3o, ou seja, o a\u00ed do ser-a\u00ed.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Por causa disso, somos impossibilitados de fazer a experi\u00eancia de nossa pr\u00f3pria morte, pois quando ela acontece o Dasein deixa de existir, j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais. Por\u00e9m, apesar de n\u00e3o podermos experenciar a \u201cminha pr\u00f3pria morte\u201d, podemos fazer a experi\u00eancia do fen\u00f4meno ontol\u00f3gico da morte, ou seja, da passagem do modo de ser do Dasein que \u00e9 a vida, para o modo de n\u00e3o-ser-mais-presente, atrav\u00e9s da morte dos outros (HEIDEGGER, 2005,\u00a0 p. 18).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Mas, \u201cem sentido genu\u00edno, n\u00e3o fazemos a experi\u00eancia da morte dos outros. No m\u00e1ximo, estamos apenas juntos\u201d (HEIDEGGER, 2005, p. 19). Muito menos podemos assumir a morte do outro, morrer pelo outro no sentido ontol\u00f3gico. \u201cPode-se \u2018morrer por outrem\u2019. No entanto, isso quer dizer sempre: sacrificar-se pelo outro \u2018numa coisa e causa determinada\u2019. Esse morrer por&#8230;, no entanto, jamais pode significar que a morte do outro lhe tenha sido, de alguma maneira, retirada\u201d (HEIDEGGER, 2005, p. 20). Cada Dasein deve assumir ele mesmo sua pr\u00f3pria morte, \u201c(&#8230;) ela \u00e9 um processo que cada um deve e necessita fazer por si pr\u00f3prio, na singularidade\u201d (MALLMANN, 2009, p. 71).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Como dissemos, o Dasein n\u00e3o pode fazer a experi\u00eancia de sua pr\u00f3pria morte, pois quando morre ele n\u00e3o \u00e9 mais Dasein, nem pode experienciar a morte do outro pelo fato de que \u201c\u2018o morrer\u2019 \u00e9 da ordem do insubstitu\u00edvel\u201d (DUBOIS, 2005, p.49). Para resolver esse problema Heidegger prop\u00f5e que pensemos existencialmente o fim do Dasein, isto \u00e9, enquanto possibilidade, poder-ser, antecipa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Por\u00e9m, Heidegger constatar\u00e1 que a maioria das pessoas encara a morte a partir da cotidianidade e do impessoal. Por acontecer frequentemente, a morte torna-se algo comum, que n\u00e3o choca. Ela sempre acontece, mas nunca comigo: \u201cA interpreta\u00e7\u00e3o p\u00fablica da pre-sen\u00e7a diz: \u2018morre-se\u2019 por que, com isso, qualquer um outro e o pr\u00f3prio impessoal podem dizer com convic\u00e7\u00e3o: mas eu n\u00e3o; pois esse impessoal \u00e9 o ningu\u00e9m\u201d (HEIDEGGER, 2005, p. 35).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Tanto \u00e9 verdade que as pessoas fogem da morte e n\u00e3o querem aceit\u00e1-la, que, quando se deparam com um enfermo, ficam alimentando a esperan\u00e7a de que ele n\u00e3o morrer\u00e1, que vai se curar: \u201c(&#8230;) os \u2018mais pr\u00f3ximos\u2019 frequentemente ainda convencem o moribundo que ele haver\u00e1 de escapar da morte e, assim retornar a cotidianidade tranquila de seu mundo de ocupa\u00e7\u00f5es\u201d (HEIDEGGER, 2005, p. 36).\u00a0 Heidegger afirma que essa tentativa de consolar e tranquilizar o moribundo \u00e9, antes de tudo, a tentativa dos pr\u00f3prios consoladores de se tranquilizarem a si pr\u00f3prios, pois \u201co impessoal n\u00e3o permite a coragem de assumir a ang\u00fastia com a morte\u201d (HEIDEGGER, 2005, p. 36).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A ang\u00fastia n\u00e3o deve ser confundida com o medo de deixar de viver ou mesmo com a morte. Ela deve ser entendida como a \u201cdisposi\u00e7\u00e3o que possibilita uma compreens\u00e3o existencial da morte\u201d (VALE, 2008, p. 47); \u00e9 a ang\u00fastia que faz com que o Dasein se perceba como lan\u00e7ado no mundo para sua possibilidade mais pr\u00f3pria. \u201cAngustiando-se com a morte, a pre-sen\u00e7a \u00e9 colocada diante da possibilidade insuper\u00e1vel, a cuja responsabilidade est\u00e1 entregue\u201d (HEIDEGGER, 2005, p. 36).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Mas quando o Dasein vive na cotidianidade mediana do impessoal, mesmo que tente fugir disso, ele se v\u00ea como de-cadente. Enquanto de-cadente ele busca a todo o momento fugir de si mesmo, fugir da morte. Por\u00e9m, mesmo quando o pr\u00f3prio impessoal n\u00e3o est\u00e1 pensando na morte, a cotidianidade do Dasein mostra que ele est\u00e1 se determinando como ser-para-a-morte. (HEIDEGGER, 2005, p. 37). Fica claro, portanto, que o Dasein \u00e9 ser-para-a-morte.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Enquanto ser-para-a-morte o Dasein precisa transportar-se para a consci\u00eancia de que a exist\u00eancia \u00e9 escolha, que \u00e9 fundamental escolher. \u00c9 preciso, portanto, sair do impessoal e esta decis\u00e3o s\u00f3 depende de mim, uma vez que \u00e9 de mim que se trata. \u00c9, pois, a consci\u00eancia que me chama, enquanto eu, a ser eu mesmo (DUBOIS, 2005, p. 54).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A voz da consci\u00eancia faz com que o Dasein sinta-se \u201cem d\u00edvida para com a sua verdadeira natureza e encaminha-o para uma decis\u00e3o antecipadora, que projeta a exist\u00eancia aut\u00eantica como um viver-para-a-morte\u201d (VALE, 2008, p. 51). Dessa forma, a rela\u00e7\u00e3o do Dasein com a morte se d\u00e1 antes que a morte aconte\u00e7a, e esta rela\u00e7\u00e3o faz com que o Dasein se abra para a sua possibilidade mais pr\u00f3pria.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em suma, ser para-a-morte \u00e9 ser angustiado, pois \u201ca ang\u00fastia \u00e9 uma forma privilegiada de abertura, pois ela n\u00e3o permite que o ser fique quieto e alienado no seu mundo impessoal\u201d (MALLMANN, 2009, p. 53). Al\u00e9m do mais,<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">a ang\u00fastia coloca o homem diante do nada, isto \u00e9, ao n\u00e3o sentido dos projetos humanos e da pr\u00f3pria exist\u00eancia. Existir autenticamente exige, ent\u00e3o, coragem para enfrentar a realidade pr\u00f3pria do n\u00e3o-ser e sentir a ang\u00fastia do ser que caminha para a morte. Exist\u00eancia aut\u00eantica implica aceitar a sua pr\u00f3pria finitude. (TRANSFERETTI citado por MALLMANN, 2009, p. 81).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Assim, viver de maneira aut\u00eantica \u00e9 viver tendo a consci\u00eancia de que somos finitos e um dia vamos morrer. Quem vive de maneira aut\u00eantica encara a morte como possibilidade da impossibilidade da sua exist\u00eancia, e n\u00e3o como faz o impessoal que diz \u201cmorre-se\u201d, na tentativa de mascarar essa realidade. Viver autenticamente \u00e9 reconhecer-se ser-para-a-morte e a partir disso, diante das possibilidades para as quais ela nos abre,\u00a0 projetar e construir a nossa vida a partir dessa constata\u00e7\u00e3o. Portanto, a morte deve ser vivida como experi\u00eancia antecipadora, isto \u00e9, deve ser vivida no dia a dia de nossa exist\u00eancia. Todas as nossas a\u00e7\u00f5es devem ter em vista, como horizonte, essa possibilidade, a mais pr\u00f3pria do Dasein.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">DUBOIS, Christian. <em>Heidegger:<\/em> introdu\u00e7\u00e3o a uma leitura. Tradu\u00e7\u00e3o de Bernardo Barros Coelho de Oliveira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">HEIDEGGER, Martin. <em>Ser e tempo<\/em>. 13. ed. Tradu\u00e7\u00e3o de Marcia S\u00e1 Cavalcante Schuback. Petr\u00f3polis: Vozes, 2005.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">MALLMANN, M\u00e1rcio. <em>Para al\u00e9m do impessoal<\/em>: em busca da autenticidade. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Filosofia) \u2013 Faculdade de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas, Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">VALE, Ant\u00f4nio Adriano. <em>A possibilidade da impossibilidade: <\/em>a morte na obra ser e tempo de Martin Heidegger. Mariana, 2008. (TCC em filosofia).<\/p>\n<div id=\"-chrome-auto-translate-plugin-dialog\" style=\"opacity:1!important;background-image:initial!important;background-attachment:initial!important;background-color:transparent!important;position:absolute!important;top:0;left:0;z-index:999999!important;text-align:left!important;display:none;background-position:initial initial!important;background-repeat:initial initial!important;margin:0!important;padding:0!important;\">\n<div style=\"max-width:300px!important;color:#121212!important;opacity:1!important;border:1px solid #363636!important;-webkit-border-radius:10px!important;background-color:#ffffff!important;font-size:16px!important;overflow:visible!important;background-image:0 color-stop(50%,#EEE), color-stop(100%,#FFF));z-index:999999!important;text-align:left!important;padding:8px!important;\"><\/div>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"position:absolute!important;z-index:-1!important;right:1px!important;top:-20px!important;cursor:pointer!important;-webkit-border-radius:20px;background-color:rgba(200,200,200,0.3)!important;margin:0!important;padding:3px 5px 0!important;\" src=\"http:\/\/www.google.com\/uds\/css\/small-logo.png\" alt=\"\" \/><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Douglas Lopes Amaral Diante da facticidade e efemeridade da vida na qual o ser humano se v\u00ea mergulhado, v\u00e1rias quest\u00f5es existencias se apresentam ao esp\u00edrito humano, como a busca pela origem, pelo sentido da vida. 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