{"id":2199,"date":"2012-05-09T16:37:04","date_gmt":"2012-05-09T19:37:04","guid":{"rendered":"http:\/\/pensamentoextemporaneo.wordpress.com\/?p=2199"},"modified":"2012-05-09T16:37:04","modified_gmt":"2012-05-09T19:37:04","slug":"o-paradigma-antropologico-linguistico-na-filosofia-contemporanea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/?p=2199","title":{"rendered":"O paradigma antropol\u00f3gico-lingu\u00edstico na filosofia contempor\u00e2nea"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Delvanir Maur\u00edlio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Rodrigo Artur Medeiros da Silva <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Decerto que o ser humano \u00e9 objeto de estudos e reflex\u00f5es dos tratados filos\u00f3ficos ao longo de toda a tradi\u00e7\u00e3o. Assuntos relacionados \u00e0 sua ess\u00eancia ou \u00e0 sua exist\u00eancia s\u00e3o, foram e \u2013 por que n\u00e3o dizer \u2013 ainda ser\u00e3o, por diversas vezes, colocados nas pautas das discuss\u00f5es filos\u00f3ficas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Considerando o conceito de ess\u00eancia \u2013 \u00e0 luz medieval \u2013 <em>como aquilo que faz com que uma coisa seja ela mesma e n\u00e3o outra coisa<\/em> e o conceito de exist\u00eancia \u2013 \u00e0 luz da filosofia empirista \u2013 <em>como a afirma\u00e7\u00e3o de algo que existe e do qual podemos comprovar a exist\u00eancia de forma imediata, \u00e0 medida que o fen\u00f4meno nos \u00e9 apresentado \u00e0 consci\u00eancia<\/em>, caber-nos-ia \u2013 a t\u00edtulo did\u00e1tico-metodol\u00f3gico \u2013, antes de tomarmos qualquer posi\u00e7\u00e3o no presente artigo, fazer uma resumida abordagem sobre como tais conceitos foram atribu\u00eddos ao homem no decorrer do pensamento filos\u00f3fico, desde os seus prim\u00f3rdios.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">No per\u00edodo antigo, embora os viesses das reflex\u00f5es se voltassem mais para as quest\u00f5es cosmol\u00f3gico-metaf\u00edsicas, o ser humano foi pensado como o ser que por si pr\u00f3prio conseguiu transmutar, de certa forma, o conhecimento para a iman\u00eancia da raz\u00e3o pensante (<em>ratio loquens<\/em>). A passagem do <em>\u201cmito ao logos\u201d <\/em>abriu ao humano a gama de possibilidades de que este necessitava para come\u00e7ar a se auto-afirmar; a partir de ent\u00e3o, o ser humano passou a averiguar afincadamente sobre a origem do cosmos<a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftn1\"><sup><\/sup><sup>[1]<\/sup><\/a>, bem como a formular conceitos que passariam praticamente inc\u00f3lumes pela tradi\u00e7\u00e3o<a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftn2\"><sup><\/sup><sup>[2]<\/sup><\/a> e at\u00e9 mesmo a se afirmar \u2013 pela eloqu\u00eancia dos discursos bem formulados \u2013 como o ser possuidor do conhecimento verdadeiro<a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftn3\"><sup><\/sup><sup>[3]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">No per\u00edodo medieval, a afirma\u00e7\u00e3o humana se garantiu pelo ato de submiss\u00e3o. Talvez em virtude do poder que a Igreja cat\u00f3lica constituiu na consci\u00eancia intelectual europeia, sobretudo no per\u00edodo da Escol\u00e1stica que se compreendeu \u201centre os s\u00e9culos X e XIII, aproximadamente\u201d<a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftn4\"><sup><\/sup><sup>[4]<\/sup><\/a>, a afirma\u00e7\u00e3o de um conhecimento humano considerado como plaus\u00edvel ou verdadeiro se arraigava \u00e0 perspectiva transcendental: as verdades eram afirmadas apenas pelo fato de que Deus as podia garantir. Todavia, esta postura paradigm\u00e1tica parece ter sido colocada \u201cem xeque\u201d ainda no fim do medievo dado que alguns pensadores \u2013 como Duns Escoto e Guilherme Ockham \u2013 conseguiram, mesmo que n\u00e3o por completo, imanentizar o conhecimento<a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftn5\"><sup><\/sup><sup>[5]<\/sup><\/a>; tal a lacuna para a invers\u00e3o paradigm\u00e1tica e o surgimento da chamada modernidade.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">No per\u00edodo moderno, firma-se o topo da imanentiza\u00e7\u00e3o humana atrav\u00e9s da raz\u00e3o; o conhecimento \u00e9 transferido da transcend\u00eancia para a iman\u00eancia do sujeito de modo que o ser humano n\u00e3o precisaria mais de condicionar o conhecimento \u00e0 afirma\u00e7\u00e3o do Deus medieval nem \u00e0 doutrina da Igreja europeia. At\u00e9 mesmo Deus \u2013 mesmo <em>a-fortiori<\/em>, isto \u00e9, necess\u00e1rio como fundamenta\u00e7\u00e3o para a completude das concep\u00e7\u00f5es de alguns fil\u00f3sofos \u2013 passou a ser afirmado pela raz\u00e3o humana de modo a surgir no prisma moderno o conceito filos\u00f3fico de de\u00edsmo. O \u00e1pice da raz\u00e3o moderna aconteceu com o Iluminismo preconizado por Immanuel Kant, a partir do qual come\u00e7aram a surgir os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos que, por sua vez, acarretaram na hist\u00f3ria revolu\u00e7\u00f5es de pensamento e de for\u00e7a<a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftn6\"><sup><\/sup><sup>[6]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">E assim sendo, percebemos, at\u00e9 o per\u00edodo moderno, certa coer\u00eancia nos discursos acerca da ess\u00eancia do homem a partir da qual surgiram, como pudemos perceber, os fundamentos para que a exist\u00eancia do mesmo fosse afirmada. Se resum\u00edssemos ainda mais o levantamento paradigm\u00e1tico da tradi\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica que fizemos, dir\u00edamos que a dimens\u00e3o metaf\u00edsica vigorava como o cerne do medievo, ao passo que a raz\u00e3o moderna, al\u00e9m de suplantar a metaf\u00edsica medieval, remodelou a raz\u00e3o antiga. N\u2019outras palavras, no medievo, a ess\u00eancia do ser humano ficou demarcada pela intelectualidade garantida pela dimens\u00e3o metaf\u00edsica, ao passo que na modernidade, demarcou-se pela raz\u00e3o subjetiva que vigorava como mecanismo em favor do aprimoramento intelectual visando cada vez mais a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica; e a raz\u00e3o moderna suplanta, mas tamb\u00e9m retoma alguns pontos da concep\u00e7\u00e3o racionalista da antiguidade dado que esta definia o ser humano como um ser que tamb\u00e9m buscava um aprimoramento intelectual, por\u00e9m, que \u00e0s vezes era colocado a servi\u00e7o de um conhecimento n\u00e3o s\u00f3lido.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Por\u00e9m, tal coer\u00eancia de que falamos parece n\u00e3o ter se firmado no pensamento contempor\u00e2neo. Neste, ao que parece, o ser humano perde a sua refer\u00eancia paradigm\u00e1tica. Por um lado, o pensamento parece ter ca\u00eddo numa postura relativista pelo fato de n\u00e3o podermos fundamentar uma sa\u00edda plaus\u00edvel para o humano; este, por outro lado, parece ainda estar atrelado \u00e0 consci\u00eancia moderna de um racionalismo que busca a cada dia o aprimoramento intelectual em virtude da exacerba\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica o que gera, por sua vez, uma postura cada vez mais consumista na sociedade. Esta \u00faltima postura \u2013 faz-se necess\u00e1rio ressaltar \u2013 \u00e9 que faz com que alguns estudiosos n\u00e3o consigam diferir o momento em que se d\u00e1 o t\u00e9rmino da modernidade e o come\u00e7o da contemporaneidade.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">E diante de tamanha gama de informa\u00e7\u00f5es, perguntamo-nos: de fato sabemos definir em qual per\u00edodo estamos situados? Ser\u00e1 poss\u00edvel calcarmo-nos num prisma que fundamenta a nossa auto-afirma\u00e7\u00e3o \u2013 enquanto objetos de estudo da filosofia \u2013 numa categoria de \u201c<em>tempo<\/em>\u201d? Os estudos filos\u00f3ficos <em>do humano sobre o humano<\/em> teriam chegado a um fim, o que faria com que a filosofia, por sua vez, chegasse a uma verdade e, portanto, tamb\u00e9m ao seu fim? Tais questionamentos, de fato, s\u00e3o intrigantes; e talvez seja por esta raz\u00e3o que passam a constituir, a partir daqui, a ess\u00eancia do presente artigo, pois tamanha seria a covardia intelectual de nossa parte \u2013 enquanto estudantes de filosofia \u2013 se ao menos nem tent\u00e1ssemos buscar uma sa\u00edda s\u00f3lida para a problematiza\u00e7\u00e3o que aqui foi levantada. Sem contar que poder\u00edamos estar sendo audaciosos por demais se diss\u00e9ssemos que a tradi\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica se findou pelo fato de termos chegado a uma \u00e9poca da qual n\u00e3o conseguimos definir o paradigma.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Devemos, ent\u00e3o, nos perguntar se houve algo peculiar ao ser humano que n\u00e3o citamos e que, por sua vez, \u00e9 intrinsecamente necess\u00e1rio para a validade de sua afirma\u00e7\u00e3o. Dir\u00edamos que n\u00e3o, at\u00e9 o momento em que nos fiz\u00e9ssemos uma outra pergunta: o ato do falar, bem como o ato do pensar para conceituar, embora estejam ligados \u00e0 dimens\u00e3o racional, n\u00e3o fazem parte de uma categoria distinta que, por assim dizer, consegue se auto-afirmar? Ora, concordamos em dizer que o falar e o pensar intencionais constituem a perspectiva da comunica\u00e7\u00e3o \u2013 voltemos, sobretudo, ao pensar sof\u00edstico e \u00e0 perspectiva da raz\u00e3o moderna. E ademais em dizer que \u00e9 remota a possibilidade de desatrelarmos a dimens\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o da dimens\u00e3o da linguagem.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">E assim, pois, podemos at\u00e9 afirmar que o problema da linguagem percorreu toda a tradi\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica de forma despercebida pelo col\u00e9gio dos fil\u00f3sofos e, por conseguinte, al\u00e9m de poder se tratar de uma sa\u00edda para a perspectiva do pensamento contempor\u00e2neo, pode ter sido o principal fundamento para a constante vig\u00eancia da filosofia \u2013 desde o seu nascimento \u2013 na hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Com efeito, parece que, de fato, o problema da linguagem sempre norteou o pensamento filos\u00f3fico. Para que serve a linguagem? Por que devemos nos comunicar? O que nos faz como seres comunicativos? Quais os meios que utilizamos para nos comunicar? Estas quest\u00f5es, ao que percebemos, foram erroneamente desprezadas, mesmo, por certo, vigorando implicitamente ao longo de toda hist\u00f3ria da filosofia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Decerto que as faculdades de argumentar, persuadir, refutar ou concordar constituem no humano o poder da comunica\u00e7\u00e3o e o diferenciariam dos demais animais pela dimens\u00e3o da raz\u00e3o, mesmo que tamb\u00e9m os animais considerados como irracionais, de certa forma, sejam considerados como seres comunicantes entre si. Da\u00ed surge, ent\u00e3o, uma sa\u00edda magistral apontada por Mondin: o ser humano passa a ser ent\u00e3o compreendido como um ser de fala (<em>homo loquens<\/em>) e a sua diferencia\u00e7\u00e3o para com os demais animais se d\u00e1 pela intencionalidade da linguagem, ou seja, o homem se comunica com inten\u00e7\u00e3o de se fazer entender<a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftn7\"><sup><\/sup><sup>[7]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">De fato, a linguagem intencional implementa no ser humano a perspectiva de convencionar a sua fala posto que o entendimento comunicacional-intersubjetivo pode ser garantido pela convencionalidade das palavras proferidas. Se dissermos aleatoriamente palavras como, por exemplo, celular, <em>not-book<\/em> ou <em>hot dog<\/em>, certamente tanto n\u00f3s quanto nossos ouvintes concordaremos sobre o que queremos dizer. Desta forma, segundo Mondin, \u00e9 que a linguagem faz do homem um ser totalmente singular.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Assim sendo, parece-nos poder constatar que o ser humano pode permanecer convicto de que \u2013 mesmo n\u00e3o sendo considerado como o \u00fanico ser de comunica\u00e7\u00e3o \u2013 somente ele, pela linguagem intencional poder\u00e1 <em>definir<\/em> (dar fim) ou <em>delimitar<\/em> (dar limite) algo, o que garantiria, por assim dizer, o paradigma filos\u00f3fico contempor\u00e2neo dado que a premissa cl\u00e1ssica aristot\u00e9lica de que <em>a filosofia \u00e9 a ci\u00eancia que estuda todas as coisas<\/em> s\u00f3 pode ser garantida pelo fato da exist\u00eancia de pessoas para levantar os problemas e criar conceitos. Portanto, questionemo-nos parafraseando Wittgenstein: sem a linguagem, h\u00e1 como fazer filosofia, de agora em diante?<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">BOEHNER, Philotheus, GILSON, Etienne. <em>Hist\u00f3ria da filosofia crist\u00e3<\/em>. 2. ed. Tradu\u00e7\u00e3o VIER, Raimundo. Petr\u00f3polis: Vozes, 1970.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">LALANDE, Andr\u00e9. Vocabul\u00e1rio t\u00e9cnico e cr\u00edtico da filosofia. 3\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 1999.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">MONDIN, Batista. <em>O homem, quem \u00e9 ele? Elementos de Antropologia Filos\u00f3fica<\/em>. 4\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Paulinas, 1980.<\/p>\n<div><\/p>\n<hr align=\"left\" size=\"1\" width=\"33%\" \/>\n<div style=\"text-align:justify;\">\n<p><a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftnref1\">[1]<\/a> Referimo-nos aqui aos fil\u00f3sofos naturalistas.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align:justify;\">\n<p><a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftnref2\">[2]<\/a> Neste ponto citamos como exemplo S\u00f3crates, Plat\u00e3o e Arist\u00f3teles.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align:justify;\">\n<p><a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftnref3\">[3]<\/a> Aqui destacamos os sofistas.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align:justify;\">\n<p><a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftnref4\">[4]<\/a> LALANDE, Andr\u00e9. Vocabul\u00e1rio t\u00e9cnico e cr\u00edtico da filosofia. 3\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 1999, p. 318.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align:justify;\">\n<p><a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftnref5\">[5]<\/a> Escoto e Ockham, segundo BOEHNER e GILSON, fizeram parte, respectivamente, das fases da Escol\u00e1stica subdivididas em Alta e Posterior. <em>C.f<\/em> Sobre a Alta Escol\u00e1stica (BOEHNER, Philotheus. GILSON, Etienne. <em>Hist\u00f3ria&#8230;<\/em>, pp. 349-532); sobre a Escol\u00e1stica Posterior (BOEHNER, Philotheus. GILSON, Etienne. <em>Hist\u00f3ria&#8230;<\/em>, pp. 533-569).<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align:justify;\">\n<p><a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftnref6\">[6]<\/a> Aqui citamos as revolu\u00e7\u00f5es Industrial e Francesa, bem como as propostas sociol\u00f3gicas contempor\u00e2neas de Marx e Engels.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a title=\"\" href=\"\/Academico\/Blog\/linguagem,%20Rodrigo%20e%20Delvanir.doc#_ftnref7\">[7]<\/a> Cf. MONDIN, Batista. <em>O homem, quem \u00e9 ele? Elementos de Antropologia Filos\u00f3fica<\/em>. 4\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Paulinas, 1980, p. 144. Sobre todo o cap\u00edtulo Homo Loquens, <em>C.f<\/em> MONDIN, Batista. <em>O homem, quem \u00e9 ele?<\/em>&#8230;, pp. 132-152.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Delvanir Maur\u00edlio Rodrigo Artur Medeiros da Silva Decerto que o ser humano \u00e9 objeto de estudos e reflex\u00f5es dos tratados filos\u00f3ficos ao longo de toda a tradi\u00e7\u00e3o. Assuntos relacionados \u00e0 sua ess\u00eancia ou \u00e0 sua exist\u00eancia s\u00e3o, foram e \u2013 por que n\u00e3o dizer \u2013 ainda ser\u00e3o, por diversas vezes, colocados nas pautas das discuss\u00f5es &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"footnotes":""},"categories":[21,131],"tags":[190,340,371],"class_list":{"0":"entry","1":"post","2":"publish","3":"author-admin","4":"post-2199","6":"format-standard","7":"category-delvanir-maurilio","8":"category-rodrigo-artur-medeiros-da-silva-autores","9":"post_tag-antropologia","10":"post_tag-homem","11":"post_tag-linguagem"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2199","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2199"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2199\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2199"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2199"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2199"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}