{"id":2392,"date":"2012-11-04T22:49:43","date_gmt":"2012-11-05T01:49:43","guid":{"rendered":"http:\/\/pensamentoextemporaneo.wordpress.com\/?p=2392"},"modified":"2012-11-04T22:49:43","modified_gmt":"2012-11-05T01:49:43","slug":"homem-e-espirito-absoluto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pensamentoextemporaneo.com.br\/?p=2392","title":{"rendered":"O homem ante as manifesta\u00e7\u00f5es do esp\u00edrito absoluto na perspectiva hegeliana"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\"><b>Rosemberg do Carmo Nascimento<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A problem\u00e1tica que se pretende abordar neste artigo adentrando-se ao pensamento Hegeliano, tem como objetivo analisar de maneira concisa, a partir da Enciclop\u00e9dia das Ci\u00eancias Filos\u00f3ficas, a rela\u00e7\u00e3o do homem com o esp\u00edrito absoluto. Como sabemos, Hegel (1770-1831), \u00e9 considerado o maior expoente do idealismo alem\u00e3o que teve in\u00edcio em Fichte e Schelling em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 filosofia kantiana. Hegel afirma, categoricamente, que a dimens\u00e3o mais profunda com a qual o homem se relaciona, \u00e9 com o esp\u00edrito absoluto, por se conhecer, profundamente, a si mesmo, facultando o desdobramento de tr\u00eas n\u00edveis relevantes, a saber: a arte, a religi\u00e3o e a filosofia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Tanto a arte, quanto a religi\u00e3o e a filosofia possuem, no pensamento de Hegel, n\u00edveis de realidade diferentes, estes correspondem aos seguintes significados: natureza esp\u00edrito e ideia. Sendo estas manifesta\u00e7\u00f5es do esp\u00edrito absoluto. Ademais, \u00e9 no homem ou mais propriamente em sua intui\u00e7\u00e3o que a arte em sua representa\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m a religi\u00e3o em seu conceito e a filosofia o esp\u00edrito que essencialmente se manifesta como o absoluto. Sendo assim, estas fortalecem o pensamento contempor\u00e2neo fundindo-se aos tr\u00eas n\u00edveis j\u00e1 mencionados a <i>posteriori<\/i>, somando-se a imagem da realidade t\u00e3o eficaz para a elucida\u00e7\u00e3o desta tem\u00e1tica intr\u00ednseca por si somente em sua natureza filos\u00f3fica. Todavia, h\u00e1 diversos modos pelos quais as imagens podem ser reproduzidas. A imagem distorcida, desfocada, ou at\u00e9 mesmo transfigurada at\u00e9 chegar \u00e0 realidade. Levando-nos a intuir esse pensamento se torna pertinente o pensamento Hegeliano. Qual a rela\u00e7\u00e3o entre a arte, \u00e0 religi\u00e3o e a filosofia cujos n\u00edveis se manifestam ao homem atrav\u00e9s do esp\u00edrito absoluto? Qual seria a rela\u00e7\u00e3o da religi\u00e3o com a arte e com a filosofia? S\u00e3o indaga\u00e7\u00f5es instigantes que nos induzem a averiguar sobre o assunto para obtermos maiores esclarecimentos do ponto de vista gnosiol\u00f3gico do conhecimento que s\u00e3o \u00fateis para a compreens\u00e3o humana.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Uma das quest\u00f5es primordiais que perpassa o pensamento de Hegel \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o com o absoluto, sendo esta a dimens\u00e3o mais profunda do homem. Por outro lado, o conceito que corresponde ao esp\u00edrito tem sua realidade nele, isto \u00e9, intr\u00ednseco, inerente, portanto o conceito, o denominamos de o saber da ideia absoluta que implica o aspecto necess\u00e1rio em que podemos dizer que a intelig\u00eancia em sua efetividade, seja em si livre.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O esp\u00edrito absoluto pode ser denominado, segundo Hegel, como aidentidade eternamente em si, Uma vez que ele conhece por si mesmo. Al\u00e9m disso, a subst\u00e2ncia infinita \u00e9 una e universal, n\u00e3o enquanto particular e finita, sendo dividida por meio do ju\u00edzo em si mesma, em um saber para o qual ela exista como tal.\u00a0 Quanto \u00e0 religi\u00e3o, esta pode ser designada como algo que se parte do sujeito pertencente a ele o esp\u00edrito absoluto, isto \u00e9, a subjetividade.<\/p>\n<blockquote><p>A consci\u00eancia subjetiva do esp\u00edrito absoluto \u00e9 essencialmente, em si, processo; cuja unidade imediata e substancial \u00e9 a <i>f\u00e9 <\/i>no testemunho do esp\u00edrito enquanto a <i>certeza<\/i> da verdade objetiva. A f\u00e9, que cont\u00e9m ao mesmo tempo essa unidade imediata, essa unidade enquanto a rela\u00e7\u00e3o daquelas determina\u00e7\u00f5es diferentes passou na <i>devo\u00e7\u00e3o<\/i>, no culto impl\u00edcito ou expl\u00edcito. Para o processo de suprassumir em liberta\u00e7\u00e3o espiritual a oposi\u00e7\u00e3o de <i>confirmar <\/i>por essa media\u00e7\u00e3o aquela primeira certeza, e em ganhar a determina\u00e7\u00e3o concreta daquela certeza, isto \u00e9, a reconcilia\u00e7\u00e3o, a efetividade do esp\u00edrito. (HEGEL, 1995, p.340).<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Cogita-se que o esp\u00edrito absoluto \u00e9 espirito enquanto universal e n\u00e3o particular finito. Seria o mesmo que receber a verdade de uma verdade universal. Certamente, isso se torna um h\u00e1bito ao colocarmos o esp\u00edrito ao lado da natureza como se estes tornassem iguais em dignidade. Por outro lado, a rela\u00e7\u00e3o entre esp\u00edrito e natureza pode-se dizer que ser\u00e3o simultaneamente iguais.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><b>1 A arte<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Hegel ao afirmar que a dimens\u00e3o mais profunda com a qual o homem se relaciona \u00e9 o esp\u00edrito absoluto faz, simultaneamente, uma abordagem aos diferentes n\u00edveis, nos quais ele ressalta as manifesta\u00e7\u00f5es no homem atrav\u00e9s destes importantes aspectos. A arte que se manifesta no homem ou, mais propriamente, em sua intui\u00e7\u00e3o se manifesta como o absoluto. \u201cO absoluto \u00e9 o esp\u00edrito: esta \u00e9 a suprema defini\u00e7\u00e3o do absoluto. Pode-se dizer que a tend\u00eancia absoluta de toda a cultura e de toda a filosofia tenha sido a de encontrar tal defini\u00e7\u00e3o e de compreender conceitualmente seu sentido e conte\u00fado\u201d. (REALE; ANTISERI, 2005, p.145).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Essa concep\u00e7\u00e3o hegeliana do homem desenvolve-se no conceito do esp\u00edrito que \u00e9 o verdadeiro \u00e1pice de sua filosofia. \u201cO esp\u00edrito absoluto op\u00f5e-se a si mesmo, como esp\u00edrito finito. S\u00f3 \u00e9 esp\u00edrito absoluto quando \u00e9 reconhecido como tal. Como esse \u00e9 o ponto de vista da arte, considerada na mais alta e ver\u00eddica dignidade, logo aparece evidente que a arte se situa no mesmo plano da religi\u00e3o e da filosofia\u201d. (HEGEL, 1980, p.161). A arte \u00e9 um saber importante enquanto ela se torna imediata na exterioridade sens\u00edvel do belo, na qual a natureza do esp\u00edrito quer dizer a unidade imediata, atrav\u00e9s da forma de intui\u00e7\u00e3o e n\u00e3o o esp\u00edrito absoluto que penetra na consci\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">De acordo com a doutrina Hegeliana a arte representa a ideia, na qual o homem em sua intui\u00e7\u00e3o acredita, que o esp\u00edrito absoluto se manifesta. Neste caso abordaremos alguns aspectos relevantes referente \u00e0 arte. Na arte cl\u00e1ssica, situa-se a arte da sublimidade, e enquanto na arte simb\u00f3lica, para Hegel, podemos situ\u00e1-la na configura\u00e7\u00e3o adequada \u00e0 ideia que ainda n\u00e3o se encontra no pensamento apresentado, como algo que est\u00e1 al\u00e9m da figura propriamente dita, a qual que se esfor\u00e7a para interferir. Com isso, a arte ainda n\u00e3o alcan\u00e7ou a forma infinitiva consciente de si atrav\u00e9s do espirito livre.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><b>2 Religi\u00e3o<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Um dos tra\u00e7os importantes que podemos observar o qual fundamenta o ponto de partida no pensamento hegeliano \u00e9 o conceito de religi\u00e3o. Tendo ultrapassado a etapa das determina\u00e7\u00f5es da representa\u00e7\u00e3o, chega-se \u00e0 ideia, isto \u00e9, a representa\u00e7\u00e3o do verdadeiro em si e para si. Nessa perspectiva o discurso sobre a necessidade do ponto de vista religioso est\u00e1 inserido na ideia. A ideia \u00e9 que estrutura e diferencia a unidade.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Sendo a ideia que diferencia a unidade de si mesma, ela \u00e9 a ess\u00eancia da natureza e do sujeito. O fio condutor do pensamento de Hegel procede a partir do objeto em que ele sente a necessidade em si de algo ideal que representa a consci\u00eancia do movimento aquilo que contrap\u00f5e o objeto sendo este a suprassun\u00e7\u00e3o e a identidade.<\/p>\n<blockquote><p>A presen\u00e7a de um objeto, \u00e9 presen\u00e7a de um outro, determinado como o ser n\u00e3o divino, o mundo finito, a consci\u00eancia finita. Essa finitude do outro articula-se na natureza em si ou no espirito em si, ou ent\u00e3o na consci\u00eancia ou no esp\u00edrito para um outro. (AQUINO, 1989, p.242).<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">No entanto, tendo observado essa jun\u00e7\u00e3o que se refere a presen\u00e7a de um objeto e de um outro, ambos estabelecem uma rela\u00e7\u00e3o com a consci\u00eancia. Na representa\u00e7\u00e3o, a consci\u00eancia est\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o tanto com o mundo, quanto com outra consci\u00eancia. E nesta interrela\u00e7\u00e3o com o outro ela determina o seu pr\u00f3prio mundo. A verdadeira religi\u00e3o \u00e9 aquela que se manifesta do esp\u00edrito absoluto e que se revela em verdade por Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">N\u00e3o obstante, sendo esse saber o princ\u00edpio pelo qual a subst\u00e2ncia \u00e9 inerente ao esp\u00edrito, enquanto para si, a forma infinita seja aquela que autodetermina de certo modo atrav\u00e9s do saber no qual o esp\u00edrito se manifesta. \u201cO esp\u00edrito s\u00f3 \u00e9 esp\u00edrito, na medida em que \u00e9 para o esp\u00edrito; e na religi\u00e3o absoluta \u00e9 o esp\u00edrito absoluto que se manifesta, n\u00e3o mais seus momentos abstratos, mas a si mesmo\u201d. (HEGEL, 1980, p.346). Evidencia-se que a religi\u00e3o aut\u00eantica \u00e9 aquela que se manifesta pelo esp\u00edrito absoluto e que apreende em si mesmo o pr\u00f3prio conhecimento. Pelo fato do esp\u00edrito absoluto ser essencialmente manifesta\u00e7\u00e3o, observa-se que a dial\u00e9tica do esp\u00edrito por sua vez suprassume o saber para o saber subjetivo ao da representa\u00e7\u00e3o. \u201cO espirito absoluto, tendo suprassumido a imediatez e a sensibilidade da figura e do saber, \u00e9, segundo o conte\u00fado, o esp\u00edrito essente em si da natureza e do esp\u00edrito\u201d. (HEGEL, 1980, p.347).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><b>3 Filosofia<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">No estudo da rela\u00e7\u00e3o l\u00f3gica que perpassou a filosofia do real aparece a verifica\u00e7\u00e3o de termos que articularam o pensamento e o discurso hegeliano assim como: arte, religi\u00e3o e a filosofia que correspondem \u00e0 natureza, esp\u00edrito e ideia, concomitantemente ligadas \u00e0 intui\u00e7\u00e3o, representa\u00e7\u00e3o e pensamento. Segundo a concep\u00e7\u00e3o hegeliana, a filosofia \u00e9 \u00e0 ci\u00eancia que est\u00e1 intrinsicamente ligado \u00e0 arte e a religi\u00e3o, por isso, o modo de intui\u00e7\u00e3o da arte \u00e9 exterior quanto \u00e0 forma e sua maneira de reproduzir \u00e9 subjetiva. Logo a media\u00e7\u00e3o destes elementos se desdobram em um todo. Embora, estejam unidas na intui\u00e7\u00e3o espiritual, est\u00e3o submetidas a se elevarem sob o pensar consciente de si. Porquanto, esse saber \u00e9 o conceito, que se conhece atrav\u00e9s da apreens\u00e3o do pensamento, da arte e, sobretudo da religi\u00e3o.<\/p>\n<blockquote><p>A filosofia se determina de modo a ser um conhecimento da necessidade do <i>conte\u00fado <\/i>da representa\u00e7\u00e3o absoluta, como tamb\u00e9m da necessidade das duas formas: <i>de um lado<\/i>, da intui\u00e7\u00e3o imediata e de sua <i>poesia<\/i>, e da representa\u00e7\u00e3o, <i>que pressup\u00f5e<\/i> da <i>revela\u00e7\u00e3o<\/i> objetiva e exterior; <i>de outro lado<\/i>, primeiro, do adentrar em si subjetivo, depois do movimento para fora subjetivo e do identificar da <i>f\u00e9<\/i> com a pressuposi\u00e7\u00e3o. Esse conhecimento \u00e9, assim, o <i>reconhecimento<\/i> desse conte\u00fado e de sua forma, e a liberta\u00e7\u00e3o da unilateralidade das formas e a eleva\u00e7\u00e3o delas \u00e1 forma absoluta que se determina a si mesma para ser conte\u00fado, e permanece id\u00eantica a ele, e nisso \u00e9 o conhecimento daquela necessidade essente em si e para si. Esse movimento que \u00e9 a filosofia encontra-se j\u00e1 realizado ao apreender na conclus\u00e3o o seu pr\u00f3prio conceito, isto \u00e9, <i>S\u00f3 olha para tr\u00e1s <\/i>na dire\u00e7\u00e3o do seu saber. (HEGEL, 1980, p.351).<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align:justify;\">Retomando o que foi exposto acima, sintetizamos do seguinte modo: o esp\u00edrito absoluto de Hegel \u00e9 o conhecimento pr\u00f3prio de si mesmo. Esse esp\u00edrito absoluto \u00e9 que se manifesta no homem atrav\u00e9s de tr\u00eas relevantes n\u00edveis: a arte, religi\u00e3o e filosofia. Destarte, a rela\u00e7\u00e3o desses n\u00edveis s\u00e3o diferentes pelo fato da arte representar a ideia, a religi\u00e3o o esp\u00edrito e a filosofia a natureza. A rela\u00e7\u00e3o da religi\u00e3o com a arte e com a filosofia pode-se dizer que, a religi\u00e3o \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o, a arte \u00e9 a intui\u00e7\u00e3o e a filosofia o conceito. Desta maneira, o esp\u00edrito absoluto somente pode ser pensado corretamente, se o compreendermos de fato, como uma manifesta\u00e7\u00e3o que se d\u00e1 pelo esp\u00edrito absoluto ao qual Hegel trata essa dimens\u00e3o profunda a qual o homem tem a primazia de se relacionar. A percep\u00e7\u00e3o hegeliana, na contemporaneidade, tematiza a dial\u00e9tica do esp\u00edrito como reflex\u00e3o em torno do \u00e2mbito da \u00e9tica e da moral. O homem n\u00e3o est\u00e1 inserido na hist\u00f3ria, ele \u00e9 hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><b>Refer\u00eancias<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">AQUINO, M. F. <i>O conceito de religi\u00e3o em Hegel<\/i>. S\u00e3o Paulo: Loyola, 1989.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">HEGEL, G.W.F.\u00a0<i>Enciclop\u00e9dia das Ci\u00eancias Filos\u00f3ficas Em Comp\u00eandio<\/i>. Tradu\u00e7\u00e3o Paulo Meneses e Jos\u00e9 Machado. 2. ed. S\u00e3o Paulo: Vozes, 1995.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">______.\u00a0<i>Fenomenologia do Esp\u00edrito<\/i>. Tradu\u00e7\u00e3o Henrique Cl\u00e1udio de Lima Vaz, Orlando Vitorino, Ant\u00f4nio Pinto de Carvalho. 2. ed. S\u00e3o Paulo: Vozes, 1980.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">REALE, G.; ANTISERI, D. <i>Hist\u00f3ria da Filosofia<\/i> 4: de Spinoza a Kant. Tradu\u00e7\u00e3o Ivo Storniolo. S\u00e3o Paulo: Paulus, 2005.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rosemberg do Carmo Nascimento A problem\u00e1tica que se pretende abordar neste artigo adentrando-se ao pensamento Hegeliano, tem como objetivo analisar de maneira concisa, a partir da Enciclop\u00e9dia das Ci\u00eancias Filos\u00f3ficas, a rela\u00e7\u00e3o do homem com o esp\u00edrito absoluto. 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