Eudvanio Dias Soares*

Resumo: Epicuro, fundador da escola helenística do epicurismo, é conhecido por sua doutrina de vida orientada para o prazer. O prazer é a palavra que marca o pensamento epicurista. Na construção de sua filosofia, Epicuro deixa evidente qual sua compreensão de homem, e com isso é possível dizer de uma antropologia epicurista. O presente artigo visa expor alguns elementos desta antropologia para construir a imagem do homem epicureu, perpassando pelos caminhos da filosofia de Epicuro; da estrutura da formação física e psíquica do ser humano; e chegando enfim ao auge de sua filosofia, a busca pelo prazer. Não é objetivo deste trabalho expor a estrutura geral da escola epicurista, mas aquilo que concerne à sua antropologia.

Palavras-chave: Antropologia. Homem. Epicuro. Prazer. Filosofia.

 

Considerações iniciais

 

Epicuro, pensador do período helenístico do século quarto antes de Cristo, desenvolveu para si e seus seguidores uma doutrina de vida baseada na imperturbabilidade da alma, a escola epicurista. Uma indiferença em relação aos desafios e problemas da vida daquele período. O cume desta forma de viver é a busca do prazer.

Traçando este caminho, Epicuro trata de questões inerentes ao ser humano e de sua estrutura corporal e psíquica, despontando numa ética baseada na finalidade das ações humanas como o prazer. Tais pontos permitem dizer de uma Antropologia Epicurista, que é o tema deste trabalho.

O homem epicureu pode ser precipitadamente considerado como aquele que busca o prazer desmedido, desregrado, e por consequência torna-se um homem sem regras para orientá-lo. Essa visão pessimista do homem, que beira o animalesco, não está presente na teoria de Epicuro, e por isso, é sem razão o excessivo uso de forma negativa do termo hedonismo nos dias atuais para dizer da escola epicurista. O presente trabalho visa mostrar qual a visão de Epicuro sobre o homem, e qual deve ser o seu comportamento em vistas da busca do prazer.

Perpassar-se-á pelo caminho das bases da filosofia epicurista; da formação estrutural do ser humano e de sua relação com os deuses e a morte; e por fim, a busca pelo prazer, cume da teoria epicurista e finalidade das ações racionais humanas. Vale ressaltar que não é objetivo deste artigo expor a estrutura geral da escola epicurista, mas aquilo que concerne à sua antropologia.

 

1 A filosofia epicurista

 

Epicuro orienta sua filosofia por um caminho que conduz o homem a um estado de imperturbabilidade da alma, uma condição proporcionada pelo prazer. Os caminhos desta filosofia direcionam seu olhar sobre o homem e, assim, consequentemente desenvolve-se uma antropologia. “Ela se orienta no sentido de tornar possível, no homem, o estado de imperturbabilidade (ataraxia), condição para fruição estável do prazer.” (VAZ, 2010, p. 41)

Esse caminho em busca do prazer exige do homem um tríplice entendimento da vida, que parte da lógica, perpassa pela física, para enfim despontar em uma ética. Esse caminho se faz necessário para que o homem, através de sua racionalidade, busque corretamente as fontes do prazer verdadeiro, que é a sua finalidade enquanto humano.

Para tanto é necessário que a razão humana seja conduzida retamente, tarefa que compete à Lógica […]; que o universo seja compreendido corretamente, o que é obra da Física; e, finalmente, que a ação humana seja dirigida para o seu verdadeiro fim, sendo este o objeto da Ética. (VAZ, 2010, p. 41)

Quanto à lógica, Epicuro irá afirmar que o homem “tem de saber extrair pelo raciocínio conclusões concordantes com os fenômenos.” (EPICURO, 1980, p. 14) Somente assim, ele será assegurado de um entendimento das situações em que está inserido. A adequação do raciocínio com os fenômenos é uma tarefa que somente o homem pode realizar, uma vez que é dotado de racionalidade, e só assim pode alcançar a verdade dos fatos, adequando seu aparato racional ao objeto que contempla.

A física é o caminho proposto para entender o universo e seu funcionamento. Baseando-se especialmente no modelo atomista, Epicuro irá afirmar que o universo é composto por partículas, que numa leitura atomista, denominam-se como átomos. Sua concepção de um universo estritamente atômico implica diretamente na formação estrutural do homem, como será mostrado adiante.

Alguns corpos são compostos, e outros elementos dos compostos; e estes últimos são indivisíveis e imutáveis, visto que é forçoso que alguma coisa subsista na dissolução dos compostos; Se assim não fosse, tudo deveria dissolver-se em nada. São sólidos por natureza, porque não têm nem onde nem como dissolver-se. De maneira que os princípios são substâncias corpóreas e indivisíveis. (EPICURO, 1980, p. 15)

A ética epicurista é o ponto alto de sua teoria, ponto este alcançado pelo caminho da lógica e da física, que conduzem o homem ao seu fim: o prazer. Para Epicuro, o homem traz consigo a busca pelo prazer de forma inata. É natural a ele buscar satisfazer seus desejos. O caminho proposto por Epicuro não é de uma descoberta desse fim, mas de condução a ele de forma segura e racional.

Chamamos ao prazer princípio e fim da vida feliz. Com efeito, sabemos que é o primeiro bem, o bem inato, e que dele derivamos toda a escolha ou recusa e chegamos a ele valorizando todo bem com critério do efeito que nos produz. (EPICURO, 1980, p. 17)

Esta tríplice divisão na filosofia epicurista tem como finalidade conduzir o homem por um caminho de entendimento da realidade e do universo em que está inserido, para que ele possa procurar a sua verdadeira felicidade. Por estar intrinsecamente ligado ao homem, desenvolve-se assim não apenas um caminho filosófico, mas antropológico. “É como um programa para a busca e a conquista da eudaimonia, identificada como o prazer verdadeiro (hedoné) que o Epicurismo desenvolve sua antropologia.” (VAZ, 2010, p. 41)

 

2 A estrutura do homem

 

Para a compreensão estrutural do homem “Epicuro vai buscar inspiração no materialismo atomista de Demócrito, e sua antropologia é, pois, rigorosamente materialista. O homem é, essencialmente, um ser-que-sente.” (VAZ, 2010, p. 41) O sentir está ligado diretamente ao seu aparato sensitivo, e é por meio dele que o homem conhece e sente o mundo, e como citado anteriormente, por meio de sua racionalidade faz a adequação do raciocínio com a realidade.[1]

“Epicuro acreditava serem os sentidos fontes confiáveis de informação que operavam transmitindo imagens dos corpos exteriores aos átomos de nossa alma.” (KENNY, 2008, p. 126) Com essa afirmação pode-se presumir que Epicuro acreditava que na alma estava a sede da racionalidade, que recebia dos sentidos as informações e ali eram processadas pelo intelecto.

O que chama a atenção em Epicuro para a formação estrutural do homem, é que, embora ele conceba o ser humano como corpo e alma, ele considera ambos como agregados atômicos.

A alma é corpórea, composta de partículas sutis, difusa por toda a estrutura corporal, muito semelhante a um sopro que contenha uma mistura de calor, semelhante um pouco a um e um pouco a outro, e também muito diferente deles pela sutileza das partículas, e também por este lado capaz de sentir-se em harmonia com o resto do organismo. (EPICURO, 1980, p. 16)

Vale frisar que para ele corpo e alma, embora sejam realidades distintas (e possuam estruturas atômicas diferentes), se relacionam intimamente, e um sem o outro não é possível. Alma e corpo estão intrinsecamente ligados, e essa relação é que forma o ser humano. Um depende do outro: o corpo, que possui o aparato sensitivo; a alma, que possui o aparato racional. “A ‘carne’ não está, então, separada da ‘alma’, se é verdade que não há prazer ou sofrimento sem que se tenha consciência e sem que o estado de consciência se reproduza, por sua vez, na ‘carne’.” (HADOT, 2014, p. 170-171)

Epicuro não descarta a ideia dos deuses transcendentes, mas considera o homem, através de sua formação, uma realidade independente em relação a eles. O homem não se relaciona com os deuses, e a recíproca também é verdadeira, uma vez que “somos agentes livres, graças à inflexão dos átomos, somos senhores de nosso próprio destino: os deuses nem fazem exigências nem interferem em nossas escolhas.” (KENNY, 2008, p. 126) O homem é livre em relação às realidades divinas.

Um corpo e uma alma atômicos trazem consigo implicações para o ser humano no que diz respeito à morte. Epicuro evidencia que com a morte cessa-se o ser humano, uma vez que tanto no corpo como na alma ocorre o desagregamento destes átomos. E após a morte, nada mais é, pois nada mais pode ser sentido. “Acostuma-te à ideia de que a morte para nós não é nada, visto que todo o bem e todo o mal residem nas sensações, e a morte é justamente a privação das sensações.” (EPICURO, 2002, p. 27)

A concepção de alma como imaterial é descartada por Epicuro, “a concepção de psyché é […] estritamente física, ela não é senão um agregado de átomos e se dissolve com a morte.” (VAZ, 2010, p. 41) Com o dissolver da alma, qualquer realidade pós-morte também é descartada, talvez daí o ideal de uma vida feliz no hic et nunc, já que qualquer realidade posterior não é dada ao homem epicureu.

Estas duas afirmações sobre os deuses e sobre a morte conduzem o homem a um estágio de imperturbabilidade da alma em relação a estes mesmos temas. Os deuses não se relacionam com os homens e nem a morte é sentida, pois a morte é justamente a privação das sensações.

Assim, de um lado, o homem não teme os deuses, pois eles não exercem nenhuma ação sobre o mundo e sobre os homens, e, de outro, o homem não deve mais temer a morte, porque a alma, composta de átomos, desagrega-se como o corpo, quando morre, e perde toda sensibilidade. (HADOT, 2014, p. 178)

Não existe dualismo em Epicuro, apenas dualidade. Corpo e alma são materiais, corpóreos, e se relacionam intimamente na construção estrutural do ser humano. Um sem o outro não é homem. Apenas juntos eles podem desempenhar seu papel e atingir a sua finalidade: o prazer.

 

3 A busca pelo prazer

 

“A voz da carne diz: não se deve sofrer a fome, a sede e o frio; aquele que é senhor disso, e tem a esperança de possuí-lo no futuro, pode lutar até mesmo com Zeus pela felicidade.” (EPICURO apud[2] HADOT, 2016, p. 170) Com esse pensamento, Epicuro expressa o que ele compreende por felicidade. O homem deve ir até as últimas consequências na busca por ela. Esta referida felicidade diz respeito ao prazer.

A sua teoria sobre a busca do prazer é ainda hoje altamente discutida e criticada. Em Epicuro pode parecer que não há limites para o prazer, e que este mesmo prazer deve ser sempre sem medida. “A crítica mais séria se concentrou sobre seu ensinamento de que as virtudes eram apenas meios de assegurar o prazer.” (KENNY, 2008, p. 322) Epicuro torna-se defensor de uma ética hedonista, o que pode soar pejorativo para os ouvidos contemporâneos.

É preciso antes esclarecer o que é para Epicuro o prazer, não sendo este desenfreado ou sem medidas, mas sim um prazer que provém da lógica da vida, e que quando perpassa os caminhos da filosofia adquire uma nova dimensão. É um prazer racional fundado na ascese dos desejos.

A ascese dos desejos será fundada na distinção entre os desejos naturais e necessários, os desejos naturais e desnecessários e os desejos vazios. […] são naturais e necessários os desejos que levam à satisfação de libertar-se de uma dor e correspondem às necessidades elementares, às exigências vitais. São naturais, mas desnecessários os desejos de comidas suntuosas ou ainda o desejo sexual. Não são nem naturais nem necessários, mas produzidos por opiniões vazias, os desejos sem limites de riqueza, de glória, ou de imortalidade. […] A ascese dos desejos consistirá em limitá-los, suprimindo os que não são naturais nem necessários, limitando o mais possível os que são naturais, mas desnecessários, pois eles não suprimem um sofrimento real, visam apenas às variações no prazer e podem arrastar a paixões violentas e desmedidas. (HADOT, 2016, p. 174)

Pode-se perceber claramente que não residem igualmente em todas as ações humanas o prazer procurado pelo homem epicureu, mas é em vistas desse prazer que todas as ações do homem são realizadas quando se conhece seguramente os desejos que tem. “O conhecimento seguro dos desejos leva a direcionar toda escolha e toda recusa para a saúde do corpo e para a serenidade do espírito, visto que esta é a finalidade da vida feliz: em razão desse fim praticamos todas as nossas ações, para nos afastarmos da dor e do medo.” (EPICURO, 2002, p. 35)

O prazer é uma forma de sanar a dor e pode ser hierarquizado. O prazer é assim a satisfação do desejo, enquanto ato. Quando se está sanado o desejo, cessa-se o prazer. E, por isso, não é no excesso que reside o prazer dito como verdadeira felicidade. “O que permite que Epicuro combine o hedonismo teórico ao asceticismo prático é sua compreensão do prazer como essencialmente a satisfação do desejo.” (KENNY, 2008, p. 321)

A racionalidade do prazer em Epicuro é evidenciada pelo fato de ele afirmar que só aquele que ama a sabedoria pode atingir o verdadeiro prazer, só aquele que vive a ataraxia consegue se desprender dos excessos e viver o prazer de forma saudável.

[…] o que importa, antes de tudo, é libertar a “carne” de seu sofrimento, o que lhe permite atingir o prazer. […] na realidade, o indivíduo é movido apenas pela procura de seu prazer e de seu interesse. No entanto o papel da filosofia consistirá em saber procurar o prazer de maneira racional, isto é, em procurar o único prazer verdadeiro, o puro prazer de existir, pois toda a infelicidade, toda a pena dos homens provém de que eles ignoram o verdadeiro prazer. (HADOT, 2014, p. 171)

Em Epicuro pode-se perceber que nesta ótica da busca por uma vida prazerosa, o homem encontra sentido e significado até mesmo para os sofrimentos de que é acometido em virtude de sua condição humana limitada. Se o sofrimento humano é forma ou caminho para se chegar a um estado de prazer, ele torna-se justificável e suportável. E como fuga deste sofrimento o homem está disposto a também abrir mão de muitos prazeres, quando percebe que este não é tão grande como o sofrimento de sua busca.

Embora o prazer seja nosso bem primeiro e inato, nem por isso escolhemos qualquer prazer: há ocasiões em que evitamos muitos prazeres, quando deles advêm efeitos o mais das vezes desagradáveis; ao passo que consideramos muitos sofrimentos preferíveis aos prazeres, se um prazer maior advier depois de suportarmos essas dores por muito tempo. (EPICURO, 2002, p. 37-39)

O prazer em Epicuro reside em coisas simples e isto faz parte do itinerário que ele propõe na busca da felicidade. Contentar-se com o necessário para sanar a dor e o sofrimento. Não são nas extravagâncias de uma vida luxuosa que residem o prazer, mas na simplicidade das coisas. “Habituar-se às coisas simples, a um modo de vida não luxuoso, portanto, não só é conveniente para a saúde, como ainda proporciona ao homem os meios para enfrentar corajosamente as adversidades da vida.” (EPICURO, 2002, p. 41)

E não apenas nas coisas reside o prazer, mas também nas pessoas, e é importante frisar que o outro em Epicuro não se reduz a apenas objeto de desejo sexual, mas também de amizade e companhia, em que uma vida simples e oculta traz mais felicidade que uma vida pública e cheia de regalias. “Um traço que marcará profundamente a ética epicurista ao longo do tempo é a desvalorização da vida política e a exaltação, em seu lugar, da ”vida escondida” enriquecida com o cultivo da amizade (philía).” (VAZ, 2010, p. 42)

O homem epicureu é aquele que baseia sua vida na filosofia para se alcançar a realização dos seus desejos, e assim obter o prazer. Nem mesmo a morte é capaz de trazer perturbação àquele que é sábio, pois ele conhece o que a morte significa. É na sabedoria que reside a verdadeira felicidade, e por isso quem a encontra não se deixa abater pelos medos ou sofrimentos.

Até o fim de sua existência Epicuro insistiu que o prazer, para um filósofo, sob quaisquer circunstâncias, deveria superar a dor. […] Ele viveu segundo sua convicção de que a morte, embora inescapável, não é, se assumimos uma verdadeira visão filosófica a seu respeito, um mal. (KENNY, 2008, p. 126)

Em Epicuro o homem que busca a sabedoria automaticamente alcança o prazer verdadeiro. A filosofia é o caminho para ensinar o homem a viver a sua vida corajosamente, sendo homem. “Aqui encontra a filosofia sua suprema missão, tornando-se de fato aquilo que Epicuro entende por ela: prática de vida.” (WEISCHEDEL, 2004, p. 71)

 

Considerações finais

 

O homem epicureu é atômico, no corpo e na alma. Sua antropologia é essencialmente materialista. E o homem é essencialmente um ser que sente. Seu corpo possui o aparato sensitivo que capta as imagens do ambiente. A alma, por sua vez, é que recebe essas informações racionalmente. Daí é papel da lógica correlacionar o que se pensa com o que se vê.

Na compreensão do universo, o homem vale-se da física, e destina as suas ações de modo a combater a dor e o sofrimento, busca para si o prazer racional. O prazer provém da ascese dos desejos, e cessa quando a necessidade é suprida. O que excede a isso não é prazer. Tal prazer não está somente nas coisas, mas nas relações; não apenas nas relações sexuais, mas também nas relações de amizade sincera. O faz sem temer os deuses, que não se relacionam com ele; e não teme a morte, que não passa do fim das sensações.

Pode-se notar que o homem epicureu não está, em vários aspectos, distante daquilo que a humanidade tem buscado: evitar a dor e o sofrimento, levar uma vida feliz e prazerosa. Disso pode-se concluir que muitas vezes é sem razão dizer que o homem epicureu é aquele que a qualquer custo busca o prazer desenfreado e sem medidas, que o torna mais animalesco do que racional. É preciso, pois afirmar, que o homem epicureu busca sim o prazer, mas o prazer racional, em uma forma de vida desapegada das coisas materiais e dos status hierarquizadores.

 

Referências

 

EPICURO. Antologia de Textos. Tradução Agostinho da Silva et al. ed. 2. São Paulo: Abril Cultural, 1980. (Os pensadores)

­­­______. Carta sobre a felicidade: a Meneceu. Tradução Álvaro Lorencini e Enzo Del Carratore. São Paulo: Editora UNESP, 2002.

HADOT, Pierre. O que é a filosofia antiga? Tradução Dion Davi Macedo. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2014.

KENNY, Anthony. Uma nova história da filosofia ocidental. Filosofia Antiga. Vol. I. Tradução Carlos Alberto Bárbaro. São Paulo: Loyola, 2008.

VAZ, Henrique C. de Lima. Antropologia Filosófica. Volume I. ed. 10. São Paulo: Loyola, 2010.

WEISCHEDEL, Wilhelm. A escada dos fundos da filosofia. A Vida Cotidiana e o Pensamento de 34 Grandes Filósofos. Tradução Edson Dognaldo Gil. ed. 4. São Paulo: Angra, 2004.

 

* Bacharelando em Filosofia pela Faculdade Arquidiocesana de Mariana.

[1] Cf. EPICURO, 1980, p. 14.

[2] Sentenças Vaticanas, § 33, Balaudé. P. 213.

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