Marcelo Geraldo de Oliveira O filósofo inglês George Berkeley [1] é um representante da corrente “empirista” insatisfeito com o rumo que a filosofia moderna tomou quando se baseou somente na visão materialista. Segundo ele as discussões filosóficas e científicas de sua época estavam conduzindo a sociedade ao materialismo. Desta feita, em uma de suas …
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Marney Barcelos Araújo Nascido em Londres no ano de 1561, Francis Bacon foi introduzido na corte da Inglaterra em 1584, onde trabalhou até 1603, quando foi nomeado lorde-chanceler até 1618. Sua obra mais famosa foi escrita em 1620 e se chamava “Novum Organum”, que é a segunda parte de outra obra, a “Instauratio Magna”, …
Continue reading Francis Bacon e seu projeto culturalMarcos Vinícius Ramos Reis Certa vez, perguntado se acreditava em Deus, Albert Einstein respondeu: “Acredito no Deus de Espinosa”. Algumas divergências de opiniões Filosóficas e religiosas provocaram a excomunhão de Espinosa (1632-77) pela comunidade judaica de Amsterdã em julho de 1656. Tais opiniões se fundamentavam em sua concepção de “Deus e sua imanência no …
Continue reading A cabala de Espinosa: a influência mística em sua filosofiaJosé Henrique Coelho Em sua obra Ser e Tempo Heidegger tem como principal objetivo fazer uma apresentação sobre a questão do ser, investigando seu sentido, procurando através da ontologia diferenciar ser e ente, e demonstrar o tempo como horizonte de compreensão do ser. Nesse sentido, o presente artigo propõe discutir a respeito do ser …
Continue reading A questão do ser segundo HeideggerJuliano Aparecido Pinto É possível filosofar sem a desconstrução do óbvio? René Descartes (1596-1650) é o filósofo que inaugura o pensamento moderno. Inicialmente seu objetivo é encontrar um fundamento para o saber e para a realidade, pois percebe que as antigas concepções estão se desmoronando por causa dos avanços no campo da ciência e do …
Continue reading A dúvida cartesiana como possibilidade para o filosofarEvaldo Rosa de Oliveira Recentemente completaram-se 409 anos de condenação e execução de Giordano Bruno (1548 – 1600). Um homem de temperamento inquieto e ao mesmo tempo consciente da consequência que suas ideias causavam em sua época. Teve vários conflitos com instituições e doutrinas oficialmente estabelecidas por não concordar com as verdades “imutáveis”, não …
Continue reading Giordano Bruno e o universo infinitoWanderson Alves de Melo Tendo-se uma visão mais aprofundada da filosofia de Montaigne (1533 – 1592), percebe-se que seu interesse é voltado para o estudo do eu, não como substância espiritual, mas como caráter, centro unitário das mais variadas experiências humanas. Tudo parece estar incerto, como: os sentidos enganam, a razão se perde como …
Continue reading A visão de Montaigne sobre o homem no mundoPhilipe Fernandes Nogueira Ao se pensar filosofia contemporânea, alguns autores ficam evidenciados por causa da grandeza de seus pensamentos. Dentre estes, destaca-se Friedrich Wilhelm Nietzsche, um dos mais importantes e conhecidos expoentes da reflexão filosófica contemporânea. Este pensador, geralmente, é conhecido pelo senso comum por tratar em suas obras de temas intrigantes e polêmicos …
Continue reading O niilismo como “estado psicológico” no pensamento nietzschianoPercebe-se que estudar e trabalhar um determinado tema requer certo aprofundamento e empenho, principalmente quando este está vinculado ao conjunto de temas de Friedrich Wilhelm Nietzsche . Filósofo muito estudado, visto que suas reflexões filosóficas, além de profundas, inquietam muito as estruturas humanas, em especial aquelas que se referem à tradição. Como tema proposto para este trabalho, foi escolhido a questão da morte de Deus. Questão esta muito discutida nos dias atuais, uma vez que, até então, Deus era visto como o fundamento e sentido de todas as coisas existentes. No entanto, ……………………
Continue reading “Deus está morto”: o anúncio Nietzschiano como crítica à modernidadeA psicanálise, desde a sua concepção por Sigmund Freud, tem tido influências em áreas como a psicologia, a educação, a medicina e a psiquiatria, mas ainda assim Freud é admitido como autor de uma psicanálise difícil de ser entendida não por uma dificuldade intelectual, mas por uma dificuldade afetiva – “alguma coisa que aliena os sentimentos daqueles que entram em contato com a psicanálise, de tal forma que os deixa menos inclinados a acreditar nela ou a interessar-se por ela. Onde falta simpatia, a compreensão não virá facilmente” (FREUD: 171) …………………………
Continue reading Freud e a crítica ao narcisismo moderno