4 Comentários

  1. Adelson

    Olá Philipe
    fiquei contente em ver sua publicação, desde já parabenizo os organizadores do blog.
    Continue se dedicando, escrevendo e transmitindo conhcecimento, escrever e deixar guardado não ajuda ninguém, por isso divulgue além de aumentar seus conhecimentos na pesquisa poderá contribuir com outras pessoas e fazer a diferença na sociedade.
    Felicidades futuro Bacharel.

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  2. edir

    oh, parabéns pelo texto, não tem nenhuma heresia não.
    fico muito feliz em ver que as reflexões filosóficas têm dado bons frutos!
    a dedicação faz com que nos aproximemos cada vez mais da perfeição, mesmo sabendo que jamais a alcançaremos!
    avante!!!

    abraços filosóficos!

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  3. Diacono Eliseu

    Parabéns pelo texto e pela organização do blog.
    O tema do niilismo nietzschiano não é dos mais fáceis, principalmente porque não se trata de uma criação sua. Ao contrário, ele é uma realidade existencial profunda, que marca a história do Ocidente. Nietzsche, pensador extemporâneo, com grande “visão” foi capaz de detectar que o “hóspede sinistro” não era fruto da sociedade da sua época, mas apenas consequencia de uma visão deturpada do mundo, que o dividia em duas realidades opostas e excludentes: o mundo sensível e o insensível. Isso criou graves sequelas, entre elas aquele, que segundo Nietzsche seria o pior dos males. Diante deste terrível quadro, ele nos aponta uma saída: só uma geração livre, forte e amante da vida, poderá superar o niilismo. Forte abraço, continue filosofando e amando a vida. Fiquei mto honrado em vc ter citado o meu trabalho monográfico sobre o tema em questão.

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  4. Samara

    Vcs filosofos são todos doidos sem ideia. mais doido ainda e quem estuda a filosofia.

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