10 Comentários

  1. Thiago Gandra

    Parabéns pela reflexão meus dois amigos,,,, Mas os questionamentos que deixo são os seguintes: É possível se falar de Deus em Schelling uma vez que ele é um filósofo ideo-naturalista?? É se a pessoa tem uma boa conduta ética na sociedade, e derepente vem uma forte chuva onde ele mora e ele perde tudo, esse fenomeno da natureza não pode ser considerado um mal??

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  2. Maria das Graças

    O artigo ficou muito bom, mas senti falta de citações diretas de obras dos filósofos citados no título do artigo, uma vez que, se elas aparecessem, tornariam o artigo mais consistente e calcados diretamente na fala dos autores e não de seus comentadores.

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    • Maria das Graças, agradeço à crítica e reconheço sua pertinência. Realmente o artigo ficaria melhor fundamentado citando diretamente as obras dos autores e, de preferência nos originais. Gostaria apenas de esclarecer que este artigo tratasse apenas de um brevíssimo ensaio e não um trabalho mais aprofundado, por isso preferimos trabalhar com comentadores e não propriamente com as obras dos autores, visto que isso demandaria tempo e resultaria num trabalho bem maior, o que não era o objetivo. Naturalmente, se dermos continuidade no trabalho, procuraremos aprofundá-lo através das obras dos próprios autores e, de preferencia, nos originais.

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  3. Thiago Gandra

    Comungo da mesma idéia da Maria das Graças…

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  4. Miriam

    Gostaria de saber se o mal é inerente ao homem, ou seja, está na sua constituição ou é apenas pelas ações que determinamos sua maldade.

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  5. Maria das Graças

    Oi… Entendi agora que se trata de um ensaio e não de um artigo… mas ainda acredito que o título faz uma promessa que o texto não consegue cumprir. Citar o nome dos filósofos no título faz-se desnecessário uma vez que suas obras diretamente não serão citadas. Deixo a dica só pra ajudar. Um ensaio, por ser mais livre, poderia ficar mais despreocupado, então, com o atrelamento dos argumentos com os pensadores, escrevendo sobre o tema e buscando indiretamente fundamentar seu pensamento neles.
    Bom, para não me prolongar mais, quero dizer que minha fala aqui não é para desmotivá-los, mas para incentivá-los sempre para melhorar. Ademais, esses cuidados precisam ser tomados para não enfraquecer um blog tão bom e já tão renomado.

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  6. Luana

    O texto de vocês ficou bom, mas faço algumas ressalvas: comungo plenamente com as considerações feitas por Maria das Graças, acho que um ensaio deve ser sem dúvidas, no mínimo, fundamento ao menos com uma citação de cada filósofo, no caso do ensaio de vocês, para que texto o fique bom.
    Quando um dos autores, Alex Santos, justificou a ausência das citações me pareceu que os autores não quiseram sequer ler uma das obras dos filósofos que se propuseram a pesquisar, quando isso ocorre é de boa conduta que não se faça uma publicação em qualquer meio de comunicação que seja – como ressaltou Maria das Graças – o blog que se entra tão renomado pode cair em descrédito por causa de uma dessas.
    Minhas considerações são feitas com o intuito de ficarem atentos para não caírem no mesmo equívoco.
    Obrigado!

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  7. Esta discussão sobre fontes primárias e secundárias é muito relevante e eu também gostaria de ponderar a respeito. Este blog se propõe a ser um espaço de ensaios e discussões, como dito pelo Alex. A natureza do blog, diferentemente das publicações científicas, permite-nos uma maior liberdade de reflexão e de experimentação sem ter que cumprir rigorosamente as convenções acadêmicas. Neste sentido, penso que o texto dos autores tem sua validade. Claro que a citação das fontes primárias conferiria uma validade maior, mas sua ausência não o invalida. Este tipo de texto cumpre a função de divulgação do pensamento e, como tal, permite ao leitor ser apresentado a um universo de discussão. Eu destacaria que Alex e Elder fizeram uma boa seleção das fontes, mesmo que secundárias, sendo a maior parte de caráter rigorosamente científico.

    Minha expectativa enquanto professor e pesquisador é que os estudantes venham a alcançar tal excelência e acredito que estamos no caminho certo. Os comentários da Maria das Graças e da Luana (leitoras assíduas deste blog) são muito pertinentes, pois nos dão parâmetros para uma autocrítica. Fiquei contente em perceber que somos lidos como “um blog tão bom e já tão renomado”, como dito pela Maria das Graças. Portanto, interpreto esta discussão como sinal de que há um potencial crescente a ser explorado neste blog e, para isso, contribuem enormemente as críticas e incentivos dos leitores, assim como a abertura dos autores em ensaiar e em dialogar.

    Quem diria há três anos atrás que chegaríamos a um número de acessos, publicações e discussões tão significativo? Nem eu. Neste momento de entusiasmo com as repercussões da avaliação honrosa da FAM pelo MEC, vemo-nos diante de uma responsabilidade maior do que há alguns anos…

    E o que virá depois?

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  8. Miriam

    Professor Mauro, gostaria que respondesse minha pergunta, visto que o aluno parece não saber respondê-la.

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  9. mauro castro

    Míriam, há diferentes interpretações filosóficas sobre isso e este artigo discute três delas. A resposta depende do que se entende por “mal”. Pode ser interpretado como mal objetivo (questão da relação entre ser e não ser, predominante na filosofia clássica) ou como mal subjetivo (questão dos juízos morais, predominante na filosofia contemporânea)
    Não respondendo, acrescentarei a perspectiva de Nietzsche: não há mal nem bem, pois bem e mal nada mais são do que transposições do plano subjetivo e moral (“eu acho isto bom”, “eu acho isto mau”) para um plano pretensamente objetivo e ontológico (“isto é o bem”, “isto é o mal”).

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